▲LT-HOP #01

Véspera de Feriado. Alt Hip-Hop. Duas cidades compartilhando, ao mesmo tempo, as batidas que mudam a nova música. Dia 20/04 São Paulo e Campinas recebem, ao mesmo tempo, a estreia da ▲lt-Hop. Uma festa inteira dedicada ao Alternative Hip-Hop. Como aquecimento para a noite, preparei uma tradicional playlist no Spotify com algumas das músicas que vão tocar durante a festa.

De um lado as meninas: Beyoncé, Tinashe, Janelle Monáe, Ciara, Rihanna, Nicki Minaj, Lurdez da Luz, Karol Conká e Solange. No lado dos meninos: Kendrick Lamar, Run The Jewels, Earl Sweatshirt, Tyler The Creator, Kanye West, A$AP Rocky, Vic Mensa, Drake, Future e YG.

▲ Line-Up (FUNHOUSE) ▲

Luiz Felipe Santos
Cleber Facchi
Vitor Alves

▲ Preços ▲

Entrada Gratuita até para todos as 22h00!
Preço Após:
Com nome na Lista: R$40 consuma ou R$20 de entrada
Sem nome na Lista: R$60 consuma ou R$30 de entrada

▲ São Paulo: Funhouse
▲ Campinas: Bar do Zé ▲

▲ O que mais vai tocar? Kendrick Lamar, Kanye West, A$ap Rocky, Frank Ocean, Beyoncé, Drake, Outkast, Pusha T, Future, Jay-Z, Nas, Missy Elliot, Run the Jewels, The Weeknd, A Tribe Called Quest, Wu-Tang Clan, Public Enemy, Ciara, Miguel, N.W.A, The Roots, Chance The Rapper, Lauryn Hill, Run DMC, Big K.R.I.T., Big Sean, Erykah Badu, 2 Chainz, Danny Brown, Freddie Gibbs, Notorious BIG, Afrika Bambaataa, Janelle Monaé, Earl Sweatshirt, Tyler The Creator, Killer Mike, Kelela, 2Pac, Death Grips, Flying Lottus, ScHoolboyQ, Das Racist, Beastie Boys, The-Dream, The Game, Mac Miller, Rick Ross, YG, Lil Wayne, J. Cole, Childish Gambino, Vince Staples, Vic Mensa, iLoveMakonnen ▲

Esquenta | Abertura da Casa: 20h00
Lista de Desconto: http://goo.gl/GuaxaI
Mais Infos sobre o Esquenta: http://bit.ly/17dbmUk

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Disco: “Escape From Evil”, Lower Dens

Lower Dens
Indie Rock/Alternative/Post-Punk
http://lowerdens.com/

Você não precisa ir além da capa de Escape From Evil (2015, Ribbon Music) para perceber a mudança em torno da (recente) obra do grupo Lower Dens. Longe do uso limitado de preto, branco e pequenas variações de cinza, a comportada inserção de cores serve como indicativo para o som cada vez mais abrangente da banda de Baltimore. Ainda que a essência consolidada em Twin-Hand Movement (2010) e Nootropics (2012) seja a mesma do terceiro álbum de estúdio, faixa, após faixa, Jana Hunter, líder do grupo, reforça a busca por um novo mundo de possibilidades rítmicas.

Sintetizadores “alegrinhos” em To Die in L.A., guitarras (quase) dançantes em Non Grata e Company, além dos vocais grandiosos de Hunter, pela primeira vez, esquiva da frieza habitual que sustenta os dois últimos discos da banda. Em uma desconstrução lenta da sobriedade que caracteriza o Post-Punk em mais de três décadas de formação do estilo, cada música do novo álbum aproxima o coletivo de um som menos mecânico, ainda amargo e melancólico, mas não menos acessível, como se os pontos de luz bloqueados na fase inicial do projeto fossem agora desobstruídos.

Mudança brusca em relação ao som “obscuro” que encerra Nootropics – com a extensa In the End Is the Beginning -, Escape From Evil demonstra a imagem de uma banda movida pela transformação. A julgar pelo cardápio imenso de arranjos, temas e conceitos explorados, não seria um erro interpretar o presente disco do Lower Dens como a obra mais “irregular” já assinada pelo grupo. Todavia, muito se engana quem interpreta tamanha instabilidade como um problema. Ao brincar com a ruptura e constante disparidade rítmica, a banda não apenas quebra a zona de conforto consolidada há três anos, como ainda transforma cada faixa do disco em uma surpresa para o ouvinte.

Um passeio pelo Dream Pop com Your Heart Still Beating, a dose extra de aceleração em Electric Current; estrutura densa em Ondine, temas ensolarados nos arranjos de To Die In L.A. Do momento em que tem início, até a última nota, Escape From Evil se revela como uma obra que brinca com as possibilidades. É difícil saber qual a (nova) direção do grupo ao término de cada faixa. A constante ruptura, entretanto, em nenhum momento favorece a criação de uma obra esquizofrênica, insegura. Tudo é encarado de forma espontânea, como se uma linha imaginária fosse capaz de amarrar temas tão instáveis quanto os do registro. Continue reading

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , , , , , ,

Crystal Castles: “Frail”

.

Ethan Kath não poderia ter pensado em algo melhor para provocar a ex-parceira Alice Glass do que a recém-lançada Frail. Primeira composição inédita lançada pela “banda” desde a saída da cantora, em outubro do último ano, a faixa de poucos minutos carrega na similaridade dos vocais um ataque direto contra Glass. Além da composição – a dona da voz na faixa ainda não foi revelada -, Kath desejou “sorte” à antiga parceira em um comentário, posteriormente deletado do Soundcloud, onde denuncia a “ausência” de Glass em algumas das principais canções do projeto.

“I wish my former vocalist the best of luck in her future endeavors. i think it can be empowering for her to be in charge of her own project. it should be rewarding for her considering she didn’t appear on Crystal Castles’ best known songs. (she’s not on Untrust Us. Not In Love, Vanished, Crimewave, Vietnam, Magic Spells, Knights, Air War, Leni, Lovers Who Uncover, Violent Youth, Reckless, Year of Silence, Intimate, 1991, Good Time, Violent Dreams etc.). People often gave her credit for my lyrics and that was fine, I didn’t care”.

Em se tratando da estrutura montada para a recente faixa, uma espécie de regresso aos primeiros anos do Crystal Castles. Nada do flerte com o R&B testado em III, nem as melodias limpas de II, apenas a eletrônica suja, provocativa e, de certa forma, simplista do primeiro disco do projeto, lançado em 2008. Ao que tudo indica, Kath parece “sobreviver” longe da antiga parceria, resta esperar pelo primeiro disco solo de Glass.

.

Crystal Castles – Frail

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , ,

Disco: “Carrie & Lowell”, Sufjan Stevens

Sufjan Stevens
Indie/Singer-Songwriter/Folk
http://sufjan.com/

 

Sufjan Stevens sempre me pareceu um grande contador de histórias. Por trás do inofensivo dedilhado de violão lançado pelo artista de Michigan, uma tapeçaria imensa de personagens, recortes fictícios, acontecimentos políticos que marcaram a história norte-americana ou mesmo contos transformados em música doces e envolventes. Basta voltar os ouvidos para o clássico Illinois, de 2005, onde a vida do palhaço/assassino serial John Wayne Gacy, Jr. foi explorada com sensibilidade única, constante temática na obra do músico, um habilidoso artesão no controle dos sentimentos, capaz de converter detalhes (e temas) tão particulares, em peças facilmente absorvidas por qualquer ouvinte.

Mas e as histórias do próprio Stevens, suas angústias, medos e desilusões: onde elas estão? Ainda que tenha atravessado os últimos 15 anos em meio a delicadas confissões românticas, tormentos e temas cotidianos, poucas vezes o universo particular do cantor estadunidense foi apresentado com tamanha clareza e sensibilidade quanto em Carrie & Lowell (2015, Asthmatic Kitty). Sétimo trabalho de inéditas do artista, o álbum vai além de um regresso aos planos acústicos que lançaram o instrumentista no começo dos anos 2000, revelando um mergulho soturno na conturbada estrutura familiar do cantor – a base temática que se espalha em cada faixa do registro.

Da imagem desgastada que estampa a capa do álbum – o casal (real) formado por Carrie e Lowell, mãe e padrastro de Stevens – passando pelos versos, sussurros e histórias entristecidas da obra, todas as peças do projeto se juntam para contar a história e, de certa forma, homenagear a mãe do cantor, Carrie, morta em 2012 depois de passar por meses de tratamento contra um câncer no estômago. Esquizofrênica, depressiva e alcoólatra, a “protagonista” deixou o filho e o ex-marido em meados dos anos 1970, voltando a revê-los anos mais tarde, quando se casou com Lowell, acolhendo o pequeno Stevens durante cinco férias de verão. Um história simples, porém, explorada de forma atenta, a matéria-prima para o retrato sorumbático que começa (pelo fim) em Death with Dignity e se estende até Blue Bucket Of Gold.

Ainda que esteja aberta a diferentes interpretações, a história que sustenta toda a estrutura de Carrie & Lowell é apresentada de forma clara, esquiva de possíveis bloqueios líricos. Trata-se de uma jogo de versos confessionais, puramente honestos, como o diário fragmentado de um indivíduo – a criança que habita a mente de Stevens – tentando encarar o mundo conturbado dos adultos em busca da própria aceitação. Como fica explícito nos primeiros minutos do álbum, em Death With Dignity – os últimos instantes de vida de Carrol -, com a presente obra, Stevens foge de uma estrutura linear, brincando com um roteiro quase cinematográfico instável; um misto de passado e presente tão próximo do cantor, quanto do próprio ouvinte, instantaneamente confortado nos versos descritivos da obra. Continue reading

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , , , , , , , ,

Caribou: “Can’t Do Without You” (VÍDEO)

.

Quando Dan Snaith apresentou Odessa, em janeiro de 2010, as melodias hipnóticas e ritmo eufórico da canção apenas anunciavam: o som assinado pelo produtor já não era o mesmo dos últimos discos. Longe da folktrônica e experimentos encaixados em The Milk of Human Kindness (2005) e Andorra (2007), primeiros trabalhos como Caribou, Snaith parecia lidar com um material menos abstrato, harmônico, ainda que provocativo em se tratando da adaptação de temas psicodélicos. Apenas um fragmento do que seria apresentado em essência com Swim, naquele momento, o trabalho mais completo do canadense.

Interessado na constante desconstrução da própria obra, algo explícito desde o lançamento de Up in Flames (2003) – quando se apresentava como Manitoba -, Snaith volta a flertar com a ruptura. Em Our Love (2014, City Slang/Merge), novo registro do produtor à frente do Caribou, o ouvinte é mais uma vez convidado a explorar o território apresentado no álbum de 2010, todavia, as experiências, arranjos e principalmente sentimentos incorporados em cada canção agora são outros. Leia o texto completo.

Assista abaixo ao clipe de Can’t Do Without You,  trabalho dirigido por Lorenzo Fonda.

.

Caribou – Can’t Do Without You

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , ,

Samantha Urbani: “1 2 3 4″

.

A paixão de Samantha Urbani pela década de 1980 nunca foi um segredo para ninguém. Seja ao lado dos parceiros do Friends – com quem lançou o ótimo Manifest!, em 2012 – ou mesmo em parceira com outros colaboradores, caso do último álbum do Blood Orange, Cupid Deluxe (2013), comandado pelo namorado e parceiro frequente de composição, Devonté Hynes, a artista nova-iorquina sempre encontrou na música lançada há três décadas uma fonte inesgotável de produção. Entretanto, nunca antes essa “preferência” se revelou de maneira tão explícita quanto em 1 2 3 4.

Mais recente single de Urbani em carreira solo, a faixa romantica (e melancólica) soa como um hit perdido de Madonna, Cyndi Lauper ou qualquer outro nome de peso da música neon. Produzida por Sam Mehran (Test Icicles) em parceria com a própria cantora, 1 2 3 4 não oculta a nítida interferência de Hynes no processo de composição, afinal, pianos e arranjos escondidos pela faixa são de responsabilidade do músico – atualmente em processo de produção do novo álbum como Blood Orange. Lançada no soundcloud da cantora, a canção pode ser apreciada na íntegra logo abaixo. Será que teremos um disco solo de Urbani em breve?

.

Samantha Urbani – 1 2 3 4

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , , , , , , ,

Owen Pallett: “The Sky Behind The Flag” (VÍDEO)

.

O trabalho de Owen Pallett sempre foi guiado pelas confissões. Desde que apareceu para o mundo com o onírico Final Fantasy – e seus dois discos, Has a Good Home (2005) e He Poos Clouds(2006) -, a obra do músico canadense borbulha com naturalidade as particularidades de seu criador, preferência por vezes oculta nas alegorias fantasiosas e arranjos mágicos que flutuam cuidadosamente por entre as faixas. Contudo, desde a chegada de Heartland (2010), primeiro álbum “solo” do músico, Pallett parece inclinado a perverter essa ordem, transformando o sofrimento confessional de cada composição na passagem para um universo realista, mas não menos encantador para o ouvinte.

Com o recém-lançado In Conflict (2014, Domino), segundo álbum dentro da “nova fase”, Pallett não apenas se revela por inteiro ao público, como usa das experiências confessionais de forma a converter realidade em ficção. Personagem central da própria trama, o músico se acomoda em canções pessimistas (I Am Not Afraid), mergulha no turbilhão da própria mente (Infernal Fantasy) e ainda derrama emanações amorosas (The Passions) sem parecer sufocado pela redundância. Owen é apenas um personagem corriqueiro, um indivíduo cercado por conflitos simples e adversidades diárias – talvez, por isso, seja tão incrível embarcar em sua aventura particular. Leia o texto completo.

Abaixo, o curioso clipe de The Sky Behind The Flag, uma animação dirigida por Eno Swinnen.

.

Owen Pallett – The Sky Behind The Flag

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , ,

Disco: “Adventure”, Madeon

Madeon
Electronic/Synthpop/Pop
http://www.madeon.fr/

Não existe benefício algum em manter o preconceito musical, entretanto, deixar um pé atrás a cada novo “garoto prodígio” da música pop funciona como a garantia de uma audição minimamente atenta, talvez esquiva da inevitável euforia para onde apontam os holofotes. Com Madeon não foi diferente. Passado o lançamento de The City EP, em idos de 2012, seguido da performance forjada do produtor francês no Lollpalooza Brasil de 2013 – um DJ-Set com direito a movimentos encenados e incontáveis poses para as fotos -, pouco do trabalho assinado por Hugo Pierre Leclercq despertou minha atenção. Pelo menos até o lançamento de You’re On.

Com os vocais aos comandos do também novato Kyan Kuatois, a faixa apresentada em dezembro do último ano segue em ritmo frenético, quente. Enquanto uma enxurrada de sintetizadores invade os ouvidos do espectador, a voz plastificada de Kuatois se transforma no principal componente do trabalho de Madeon, tão próximo da eletrônica dançante de conterrâneos como Justice () e Daft Punk (Human After All), como de gigantes do Indie Pop norte-americano – principalmente o Passion Pit de Michael Angelakos e o (hoje adormecido) Discovery da dupla Rostam Batmanglij (Vampire Weekend ) e Wesley Miles (Ra Ra Riot).

Surpresa encontrar em Adventure (2015, Columbia), primeiro registro oficial de Madeon, o mesmo cuidado e precisa manipulação das melodias pop aplicadas no single de apresentação do registro. Intenso, sem tempo para descanso, Leclercq garante ao ouvinte pouco mais de 40 minutos de batidas, vozes e sintetizadores movidos pelo dinamismo dos arranjos. Uma obra capaz de dialogar com diferentes pistas e campos da eletrônica – Eletro House, Indie ou Pop -, transformando os exageros característicos da EDM em um mecanismo funcional, capaz de invadir a mente do ouvinte sem dificuldade.

Cravejado de hits, Adventure resgata a nostálgica sensação de sintonizar uma rádio FM nas noites de sábado, cercando o espectador com um jogo de canções explicitamente comerciais. Salve a introdução climática de Isometric – quase uma sobra dos primeiros discos de Neon Indian e Com Truise -, além dos versos e ritmo lento de Innocence e Pixel Empire, no fechamento do disco, o toque acelerado do trabalho prevalece de forma constante. Um acervo de experiências que tropeça na obra de deadmau5, Zedd e Calvin Harris, porém, logo se levanta, acerta o passo – e as batidas – de forma a revelar um caminho próprio de Madeon. Continue reading

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , , , , , , , , , , , , ,

Tulipa Ruiz: “Proporcional”

.

Tulipa Ruiz quer ver você dançar. Longe do “pop florestal” incorporado no primeiro álbum da carreira, Efêmera (2010), a cantora e compositora paulistana parece seguir a trilha “comercial” iniciada no ótimo Tudo Tanto (2012), substituindo o compromisso com a nova-MPB para mergulhar em uma sonoridade cada vez mais descompromissada, pop, mas não menos atraente e ainda íntima da proposta inicial da artista. Este é justamente o conceito que rege a estrutura, vozes e versos de Proporcional, o divertido (e naturalmente dançante) primeiro single de Dancê (2015), terceiro álbum solo da cantora.

Com uma letra bem-humorada e que discute os diferentes “formatos” e proporções das pessoas – “Visto GG, você P. Você P, eu GG / Redondo, quadrado e reto / Cada um tem seu formato / Apertado, colado, justo ” -,  a faixa indica um completo distanciamento em relação ao som regional que movimentou a última música da artista, a carnavalesca Megalomania. Composta em parceria com o músico Gustavo Ruiz – irmão e produtor dos trabalhos de Tulipa -, a nova faixa ainda conta com a participação de Dudu Tsuda (sintetizadores), Stephane San Juan (afoxé, pandeirolas), Cuca Ferreira (sax alto), Daniel Nogueira (sax tenor), Amilcar Rodrigues (trompete), Odirlei Machado (trombone) e Mário Rocha (trompa).

Com lançamento pelo selo Natura Musical, Dancê estreia no dia 05/05. Com audição gratuita (abaixo), Proporcional também pode ser baixada gratuitamente.

.

Tulipa Ruiz – Proporcional

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , , ,

Mahmed: “Sobre A Vida Em Comunidade”

.

Quem dedicar um tempo para apreciar (e comparar) o trabalho da potiguar Mahmed em Domínio das Águas e dos Céus EP (2013) com o recente Sobre A Vida Em Comunidade (2015) vai encontrar duas bandas completamente distintas. Ao mesmo tempo em que a sutileza inteligente dos arranjos e pequenos experimentos controlados transportam o disco para um cenário mágico e abstrato, pontuado de forma controlada pela psicodelia, a estrutura “torta” de cada canção logo arremessa o público para um campo turbulento, por vezes caótico, como se uma acervo de peças fossem lentamente sendo montada na própria cabeça do ouvinte.

São nove composições autorais, algumas delas – caso de Vale Das rrRosas e Shuva -, já conhecidas do público, porém, inéditas, quando observadas dentro do contexto particular que sustenta o andamento da obra. A distribuição do trabalho fica por conta do selo Balaclava Records, casa de bandas como Séculos Apaixonados, Câmera, Terno Rei e alguns dos grandes trabalhos brasileiros apresentados em 2014. Abaixo você encontra o disco para audição na íntegra.

.

Mahmed – Sobre A Vida Em Comunidade

Compartilhe

  • Facebook
  • Twitter
  • Google Plus
Tagged , , , , , , , ,