Baio: “Endless Me, Endlessly” / “What Do You Say When I’m Not There?”


Você provavelmente conhece o trabalho de Chris Baio como baixista do Vampire Weekend, mas, nas horas vagas, o músico norte-americano tem investido em uma sequência de obras em carreira solo. São pelo menos dois álbuns de estúdio, The Names (2015) e Man Of The World (2017), outros três EPs, Sunburn (2012), Mira (2013) e ON&ON&ON&ON / Missive (2014), além, claro, de uma seleção de faixas avulsas e colaborações assinadas em parceria com diferentes artistas, caso do produtor Mike Greene, do Fort Romeau, com quem deu vida ao paralelo e ainda recente C.Y.M. EP (2019).

Com o Vampire Weekend de férias após o lançamento de Father of The Bride – 8º colocado em nossa lista com Os 50 Melhores Discos Internacionais de 2019 –, Baio decidiu investir em um novo trabalho de estúdio em carreira solo. Intitulado Dead Hand Control (2021), o registro de oito faixas parece seguir uma trilha bem diferente do som produzido pelo artista em sua principal banda, ou pelo menos é isso que Endless Me, Endlessly e What Do You Say When I’m Not There?, com suas camadas de sintetizadores, batidas e evidente diálogo com a produção dos anos 1980 parece indicar.


Dead Hand Control

01 Dead Hand Control
02 Endless Me, Endlessly
03 What Do You Say When I’m Not There?
04 Dead Hand
05 Take It From Me
06 Caisse Noire
07 Never Never Never
08 O.M.W.

Dead Hand Control (2021) será lançado em 29/1 on Glassnote.



Baio – Endless Me, Endlessly / What Do You Say When I’m Not There?

Jornalista, criador do Miojo Indie e integrante do podcast Vamos Falar Sobre Música. Já passou por diferentes publicações de Editora Abril, foi editor de Cultura e Entretenimento no Huffington Post Brasil, colaborou com a Folha de S. Paulo e trabalhou com Brand Experience e Creative Copywriter em marcas como Itaú e QuintoAndar. Pai do Pudim, “ataca de DJ” nas horas vagas e adora ganhar discos de vinil de presente.