Bright Eyes: “Persona Non Grata”


Nove anos se passaram desde que The People’s Key (2011), último álbum de estúdio do Bright Eyes foi apresentado ao público. De lá para cá, todos os esforços de Conor Oberst, vocalista e principal articulador da banda norte-americana, tem sido em torno de seus projetos paralelos. É o caso do Desaparecidos, com que lançou há cinco anos o bom Payola (2015), ou mesmo obras ainda recentes, caso de Better Oblivion Community Center (2019), registro assinado em parceria com a cantora Phoebe Bridgers e casa de ótimas composições como Didn’t Know What I Was in For e My City.

Com o retorno das atividades do grupo, Oberst e seus parceiros de banda, Mike Mogis e Nate Walcott, anunciam para os próximos meses a chegada de um novo trabalho de estúdio. Como preparativo para o registro, o trio de Nebraska entrega ao público a melancólica Persona Non Grata. Trata-se de uma clara continuação de tudo aquilo que o Bright Eyes tem produzido desde a estreia com A Collection of Songs Written and Recorded 1995–1997 (1998). São versos densos que se completam pela instrumentação sempre minuciosa, conceito que se reflete até os últimos instantes da canção.



Bright Eyes – Persona Non Grata