Category Archives: Singles

PC Music: “PC Music, Vol. 1″

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Com um acervo imenso de Mixtapes, singles e até mesmo remixes assinados para outros artistas, já estava mais do que na hora do selo/coletivo britânico PC Music apresentar ao público algum tipo de compilação. Intitulado PC Music, Vol. 1 (2015), o primeiro registro do grupo reúne alguns dos principais trabalhos lançados entre 2014 e 2015. Um funcional cartão de visitas para quem (ainda) desconhece as composições de A. G. Cook, Danny L Harle, GFOTY, Hannah Diamond, easyFUN e Lipgloss Twins.

Ponto de partida para a nova fase do coletivo, que deve apresentar uma série de registros inéditos ao longo do ano, PC Music, Vol. 1 ressalta o trabalho e principalmente a voz de Hanna Diamond, responsável pelas ótimas Every Night e Attachment, além de emprestar os vocais para diferentes faixas no decorrer da obra. São (apenas) 10 composições, material que conta com lançamento (virtual) pelo próprio selo e audição na íntegra pelo Spotify.

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Vários Artistas – PC Music, Vol. 1 

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Aphex Twin: “11 Flabbard [DAT14]”, “19 Winding Road” e “Medievil Rave Mk2 [pre plague mix]”

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A imagem de “produtor recluso” aos poucos parece desaparecer de Richard D. James. Inspirado, desde que apresentou ao público o último trabalho como Aphex Twin, SYRO (2014), o escocês vem disponibilizando uma série de novas e curiosas composições pelo Soundcloud. Além do rico acervo entregue nos últimos meses, James reaparece agora com um novo nome, user48736353001, despejando uma sequência de criações inéditas no novo perfil do Soundcloud.

No material recente do produtor, composições extensas como Medievil Rave Mk2 [pre plague mix]11 Flabbard [DAT14], faixas que até parecem sobras do último álbum oficial de James. Sobram ainda canções serenas, caso de 19 Winding Road, faixa que poderia facilmente ser encontrada na fase ambiental do escocês. No perfil do produtor outras composições também podem ser encontradas. Recentemente, Aphex Twin teve a discografia organizada do pior para o melhor álbum em mais um especial da série Cozinhando Discografias.

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Aphex Twin – Medievil Rave Mk2 [pre plague mix]

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Aphex Twin – 11 Flabbard [DAT14]

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Aphex Twin – 19 Winding Road

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Miguel: “Coffee (Fucking)” (Ft. Wale)

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Quem seria capaz de compor uma música sobre o ato de fazer sexo pela manhã sem necessariamente parecer brega ou exageradamente tosco? Ora, Miguel. Passados três anos desde que apresentou seu melhor trabalho em estúdio, Kaleidoscope Dream (2012), o rapper/cantor norte-americano abre passagem para o terceiro registro de inéditas Wild Heart (2015). Antes, uma passagem pela cozinha, uma café e, claro, uma boa dose de sexo em Coffee (Fucking), parceria com o rapper Wale.

Próxima do mesmo acervo de referências provocativas do cantor, a nova faixa se estende por mais de cinco minutos, estabilizando versos lascivos, sintetizadores resgatados da década de 1980, além da rápida interferência do convidado. Sem necessariamente parecer uma repetição de conceitos,Coffee (Fucking) cresce com liberdade dentro do mesmo ambiente soturno do disco anterior, dosando sensualidade, melancolia e certa dose de humor em uma medida controlada.

Mesmo sem data de lançamento, Miguel já avisou que Wild Heart chega ainda em 2015.

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Miguel – Coffee (Fucking) (Ft. Wale)

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Disclosure: “Bang That”

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Se não levarmos em conta as parcerias com Mary J. BligeFriend Within, além, claro, da sequência de remixes oficiais, já se passaram dois anos desde que as últimas composições originais do Disclosure foram apresentadas ao público. Prontos para dar sequência ao material entregue em 2013 com o excelente álbum de estreia, Settle, os irmãos Guy e Howard Lawrence estão de volta com mais uma canção pronta para as pistas, a inédita Bang That.

Seguindo a trilha de faixas já conhecidas do Disclosure, como When A Fire Starts To Burn e F For You, a nova canção utiliza de versos recortados de uma faixa originalmente lançada no começo dos anos 2000 – Pass Out de 313 Bass Mechanics -, abrindo espaço para que a dupla possa tecer uma manta eletrônica e naturalmente dançante. A canção faz parte do novo álbum da dupla, ainda sem data de lançamento, porém, previsto para sair ainda em 2015 com distribuição pelo selo PMR.

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Disclosure – Bang That

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Tame Impala: “Disciples”

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A mudança é cada vez mais explícita dentro da nova fase do Tame Impala. Depois de brincar com a “eletrônica” na extensa Let It Happen e desacelerar momentaneamente na empoeirada Cause I’m a Man, agora a banda australiana busca por um som cada vez mais “pop”, inspiração para o som descomplicado, grudento e, ainda assim, marcado por boas guitarras, elementos encaixados de forma aprazível na inédita Disciples.

Terceira e mais recente composição a escapar do aguardado Currents (2015), a nova faixa mantém a verve psicodélica do grupo, porém, incorpora um acervo de experiências reformuladas. Melódica e simples, a faixa cercada por guitarras leves aos poucos abraça o uso de sintetizadores, invadindo o território musical de grupos como Real Estate, Unknown Mortal Orchestra e, de forma bastante explícita, o Ducktails. Uma audição e, pronto, a música já gruda na cabeça, prova de que o fascínio pelo pop lançado em Lonerism, de 2012, ainda se mantém.

Produzido pelo vocalista e líder Kevin Parker, Currents ainda não conta com data de lançamento, mas será distribuído pelos selos Modular e Interscope ainda em 2015.

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Tame Impala – Disciples

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Macaco Bong: “Macumba Afrocimética”

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Olá amigos, é com muito prazer que apresentamos á vocês ¨Macumba Afrocimética¨ o novíssimo álbum da banda, o terceiro de nossa carreira. Está disponível na íntegra no youtube para streaming e logo menos estará disponível para download nas versões WAV,MP3 e + a versão de pré-produção do álbum + pistas abertas, tudo no site oficial da banda. Saravá!

Pesado. Depois do anúncio acima, publicado no Facebook, a cuiabana Macaco Bong apresentou ao público o quarto álbum de inéditas da carreira: Macumba Afrocimética (2015). Com oito composições inéditas, o novo registro parece seguir a trilha deixada pela banda em 2012, quando apresentou o intenso This is Rolê. Mesmo sob nova formação, o grupo segue aos comandos de Bruno Kayapy (Guitarra), abrindo passagem para o baixo de Julito e a bateria de Daniel Fumega. Com produção independente, o trabalho pode ser apreciado na íntegra logo abaixo.

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Macaco Bong – Macumba Afrocimética

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Nosaj Thing: “Let You”

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Jason Chung anda inspirado nos últimos meses. Além de trabalhar ao lado de Kendrick Lamar, o produtor original de Los Angeles, Califórnia vem despejando um imenso catálogo de novas (e assertivas) composições dentro do projeto solo Nosaj Thing. Com um diálogo cada vez mais forte com o (novo) R&B e a eletrônica produzida em solo britânico, Chung prepara o terreno para o ainda inédito terceiro álbum da carreira, Fated (2015).

Depois de apresentar a melancólica Don’t Mind Me, há poucas semanas, em Let You Nosaj Thing abandona de vez a sonoridade minimalista dos dois últimos discos – Drift (2009) e Home (2013) – para brincar com os experimentos e, principalmente, com as batidas. Utilizando de vozes recortadas e o grave sujo, Chung cria uma faixa tão sedutora quanto capaz de perturbar o ouvinte, arrastado para dentro do ambiente soturno da obra. Lembra James Blake nos EPs/Singles e até o conterrâneo Giraffage, relação que em nenhum momento distorce a essência autoral do produtor, atualmente em sua melhor fase.

Fated (2015) estreia no dia 05/05 pelo selo Innovative Leisure.

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Nosaj Thing – Let You

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Tulipa Ruiz: “Virou” (part. Felipe Cordeiro)

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De um lado, a voz doce e versátil de Tulipa Ruiz. No outro oposto, o ritmo brega e as guitarras tropicais de Felipe Cordeiro. No meio desse encontro, Virou, mais nova composição assinada pela cantora paulistana e a última peça inédita antes de ser apresentado Dancê (2015), o terceiro registro autoral da carreira de Ruiz. Tão leve e descomplicada quanto a “irmã” Proporcional, entregue há poucas semanas, a nova faixa quebra (temporariamente) a temática dançante do novo álbum para estabelecer um rápido diálogo com toda a estrutura montada no registro anterior da cantora, Tudo Tanto (2012).

A  julgar pelos arranjos e temas explorados ao longo da faixa, é fácil imaginar Virou como uma peça complementar aos duetos (Dois Cafés) ou faixas mais aceleradas do discos de 2012 (Quando Eu Achar). “Era pra ficar no chão / Deu pé, decolou / Era pra ter sido em vão / Como é que durou?“, canta Ruiz, posteriormente abrindo passagem para a voz do convidado em uma aprazível canção sobre os erros e acertos de um relacionamento.

Também lançada pela Natural Musical, Virou pode ser baixada gratuitamente na página do selo. Dancê (2015) conta com lançamento previsto para o dia 05/05.

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Tulipa Ruiz – Virou (part. Felipe Cordeiro)

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Doldrums: “IDONTWANNABEDELETED”

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Poucas semanas após o lançamento de The Air Conditioned Nightmare (2015), Airick Woodhead já está de volta com uma nova composição sob o nome de Doldrums. Em IDONTWANNABEDELETED, parceria com a cantora Samantha Urbani, o produtor canadense reforça com naturalidade o fascínio pela música dos anos 1990, sustentando quase quatro minutos de batidas aceleradas, sintetizadores frenéticos e, claro, o aproveitamento dos vocais lançados pela convidada.

Radiofônica, porém, longe de parecer uma criação descartável, a nova música passeia com naturalidade por entre distintos campos da música eletrônica antes de explodir na voz de Woodhead, também responsável pelas rimas que ocupam o instante final da canção. Lançado em vinil, o novo single conta como Lado B a faixa MARKET SIGNALS. Parceira de Blood Orange, Samantha Urbani apareceu há poucas semanas com a também inédita 1 2 3 4, novo trabalho, agora em fase solo.

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Doldrums – IDONTWANNABEDELETED” (Feat. Samantha Urbani)

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Jamie XX: “Gosh” (VÍDEO)

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A melancolia doce que invade Loud Places está longe de parecer o ponto central do primeiro álbum solo de Jamie XX. Produzida ao lado de Romy Madley-Croft, parceira de banda do produtor no The XX, a delicada canção parece surgir como um respiro breve dentro da totalidade do aguardado In Colour (2015), álbum que concentra uma série de faixas eletrônicas já conhecidas do artista inglês – caso de Sleep Sound e Girl -, mas que revela sua melhor forma dentro do universo de referências e pequenos experimentos testados em Gosh, mais recente single do projeto.

Sustentada por três elementos específicos – voz sampleada, batidas e sintetizadores planejados em uma estrutura ascendente -, a nova criação de Jamie Smith parece arrastar o ouvinte por um universo de experiências tão próximas do UK Garage, como dos remixes inicialmente testados em outros projetos do produtor – veja na seção Aperitivo. Um som tão íntimo das pistas quanto do espaço utilizado pelo diretor Erik Wernquist para retratar o recém-lançado clipe de Gosh.

In Colour (2015) estreia no dia 01/06 pelo selo Young Turks.

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Jamie xx – Gosh

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