Listas

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| R&B 90’s: 12 Discos Essenciais |

Em um cenário dominado por gigantes do Rock Alternativo – Nirvana, Pearl Jam – e pequenos duelos que abasteceram o Britpop – Oasis, Blur -, quem realmente conquistou o público na década de 1990 foram os entusiastas do R&B. Abastecidos pelas referências criadas por nomes como Marvin Gaye, Stevie Wonder, Prince e outros artistas influentes das décadas de 1970/1980, um time de novatos tomou o topo das principais paradas de sucesso, apresentando alguns dos principais exemplares da música negra do período. Entre artistas cultuados como D’Angelo, Lauryn Hill e nomes comerciais como Mariah Carey, Aaliyah e TLC, voltamos duas décadas no tempo para resgatar 12 obras essenciais do R&B nos anos 90. Trabalhos que se entregam ao Pop, como The Writing’s on the Wall (1999), do Destiny’s Child, ou mesmo obras como Baduizm (1997), de Erykah Badu, capazes de referenciar o trabalho de veteranos e ainda assim manter o toque atual. Uma dúzia de obras marcadas pela sensualidade, versos confessionais e batidas que colam nos ouvidos em segundos.

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|10 Discos Para Gostar de Synthpop|

Fruto de uma série de experimentos gerados ainda na década de 1960, porém, ampliados comercialmente no fim dos anos 1970, o Synthpop está longe de ser encarado como uma manifestação de um período específico de tempo. Ainda que tenha encontrado sua melhor (ou pior) forma no começo dos anos 1980, com a popularização de artistas como Ultravox, Duran Duran e The Human League, o gênero é a ponte para aproximar musicalmente registros lançados há três décadas ou apenas há três anos. Dos inventos robóticos inaugurados pelo Kraftwerk pós-Trans-Europe Express (1977), passando pela “Era Berlim” de David Bowie, até o caráter dançante do Cut Copy, cada época replica o estilo dentro de diferentes fluxos e tendências particulares, exercício resumido em nossa lista de 10 Discos para Gostar de Synthpop. São trabalhos que vão de 1978 até 2012 em uma série de pequenas adaptações do gênero. Menções honrosas para Devo (Freedom of Choice, 1980), Duran Duran (Rio, 1982), Ladyhawke (2008) e La Roux (2009).

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|10 Discos para gostar de Slowcore|

Ainda que não exista a consolidação de uma cena específica ou movimento que possa ser analisado isoladamente, entre o fim dos anos 1980 e início da década de 1990, uma sequência de artistas deram vida ao famigerado Slowcore. Espécie de extensão da desaceleração imposta por veteranos como Slint e outros grupos de peso da época, o “gênero” também conhecido como sadcore, usa do ambiente musicalmente hermético e dos versos confessionais como uma base para toda uma avalanche de obras. Encarado como um subgênero do rock alternativo, o estilo tomou conta de grande parte dos registros da época, obras assinadas por grupos como Galaxie 500 e Codeine, a cantores em carreira solo, caso dos primeiros anos de Cat Power ou a curta produção de Elliott Smith. Em um sentido de explicar ou talvez organizar parte do que foi essa transformação, catalogamos um conjunto de dez discos abastecidos pelas mesmas experiências do Slowcore, resumindo parte da estética que caracteriza os versos, arranjos e toda a formação atmosférica do mesmo segmento. Não estranhe o nó na garganta.

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10 discos (recentes) para ouvir fazendo amor

|10 discos (recentes) para ouvir fazendo amor|

A história da música está repleta de obras marcadas por gemidos, suspiros e composições pontuadas do começo ao fim pelo erotismo. Trabalhos que vão do soul de Marvin Gaye ao trip-hop do trio britânico Portishead em uma atmosfera de pura provocação e sensualidade evidente. Mas quais são os trabalhos recentes que conseguem mergulhar na mesma sonoridade? Obras que amenizam letras provocantes e arranjos lascivos em um mesmo cenário musical? Pensando nisso, a lista abaixo resgata 10 discos (recentes) para ouvir fazendo amor. São trabalhos lançados de 2010 até hoje e que cruzam as experiências do R&B, eletrônica, pop e rock em um catálogo de sons que funcionam de maneira ainda mais intrigante embaixo dos lençóis. Respire fundo, morda os lábios e prepare-se para fortes sensações.

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Sludge Metal

|10 Discos Para Gostar de Sludge Metal|

Título dado ao subgênero do Heavy Metal que começou a se propagar na segunda metade dos anos 1980, o Sludge – do inglês, lodo – trouxe na colagem de referências um mecanismo de sustento para o estilo. Tendo em bandas como Melvins um ponto de partida, o gênero fez do cruzamento entre os ruídos do Doom Metal e a aceleração do Hardcore a base para um terreno até então inacessível ou pouco explorado. Com variações que se estendem do Progressive Metal ao Grunge, passando pelo Stoner Rock, Pós-Rock e Blues, o estilo firma nas distorções densas e arranjos contrastados um princípio natural de organização. Dentro desse cenário tão diverso, organizamos uma sequência de 10 Discos Para Gostar de Sludge Metal.

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|30 Discos Para Ouvir Chapado|

Drogas e música. Desde o princípio da música clássica à ascensão do rock no século XX, boa parte das obras que abasteceram os ouvidos do público vieram pontuadas por doces doses de exageros lisérgicos. Dos Beatles ao rapper Danny Brown, do Pink Floyd ao grupo Animal Collective, o que não faltam são traços explícitos de drogas como maconha, LSD, cocaína ou “apenas” álcool. Expandindo o cardápio de um dos nossos especias mais lidos até hoje, apresentamos nossa nova lista: 30 discos para ouvir chapado. Álbuns que atravessam a psicodelia, caem no Hip-Hop, encontram a eletrônica até brincar com os ritmos tropicais da Chillwave. Ainda que outras obras possam completar a seleção, os discos escolhidos tem um propósito único: fazer você viajarAviso: Conteúdo não recomendado para menores de 18 anos.

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David Bowie

|10 Discos Obscuros de David Bowie|

Rock, eletrônica, pop e até música barroca, em mais de cinco décadas de carreira, poucos artistas brincaram tanto com a própria estética quanto David Bowie. Fazendo jus ao título de “Camaleão Do Rock”, o veterano da música britânica assume em cada registro em estúdio uma obra entregue ao reinvento. Entre discos clássicos como The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars (1972), Aladdin Sane (1973) e a aclamada trilogia Berlim – Low (1977),“Heroes” (1977) e Lodger (1979) -, o cantor reserva para os trabalhos mais obscuros e distantes do grande público uma série de referências e experimentos a serem revisitados. Para quem busca por um caminho alternativo de forma a desbravar a discografia do cantor, separamos dez discos pouco conhecidos da discografia de Bowie, mas que merecem ser desvendados pelo público.

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|Os 100 Melhores Discos Nacionais dos anos 2000|

Uma década de possibilidades. Longe das grandes gravadoras – ou quase isso -, artistas independentes ou mesmo veteranos da cena nacional encontraram um novo espaço para provar de diferentes tendências e sonoridades antes limitadas. A música da primeira década do século XXI não foi a que tocou nas rádios ou aquilo que você baixou ilegalmente, mas o som que correu pelas “beiradas” da internet, baixado de forma gratuita, pois o próprio artista decidiu que fosse assim. Mais do que um espaço aberto às novas plataformas de distribuição – Download, SMD-CD, Pen-Drive -, e festivais que se espalharam por todo o país, a década de 2000 serviu como um campo aberto ao experimento na música brasileira. Rock se encontra com a eletrônica, piscodelia abraça a música brega, e indie flerta com o pop. Não existem mais bloqueis, divisões ou rótulos imutáveis capaz de arrastar um artista durante décadas dentro de um mesmo ambiente temático. Com base nessa premissa, chega nossa lista com Os 100 Melhores Discos Nacionais dos Anos 2000. Um trabalho de quase dois anos de pesquisa, longas audições e garimpo de muitas obras que quase caíram no esquecimento, mas merecem ser registradas e lembradas.

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2004

|30 Discos de 2004|

Um ano de clássicos. Marcado pela diversidade de gêneros e o nascimento de obras essenciais para a construção da cena musical do novo século, o ano de 2004 veio acompanhado de uma avalanche de grandes discos. Do nascimento de gigantes como Arcade Fire, Kanye West e Franz Ferdinand, à consolidação de veteranos, caso de Brian Wilson, Björk e Air, quem se aventurou pela produção musical durante o ano se deparou com uma série de registros imediatamente tratados como clássicos. No Brasil, a construção de um novo cenário independente fez nascer registros de expressivo valor para a música nacional, posto sustentado com destaque por novatos como Mombojó, Gram e diversas outras bandas hoje extintas do repertório brasileiro. Como uma rápida passagem pela produção musical gerada há dez anos, selecionamos 30 discos de 2004. Obras que completam uma década de lançamento, mas permanecem tão atuais e influentes, quanto na época em que foram apresentadas.

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|Os 50 Melhores Discos Nacionais de 2013|

Um ano de transformações para a música brasileira. Depois da coleção de obras que marcaram 2012 – Metá Metá, Silva, Céu e Tulipa Ruiz entre eles -, 2013 se estabeleceu como uma temporada de renovação para a cena nacional. A avalanche de novos artistas – boa parte deles lançando seus primeiros discos -, serviu como aquecimento para o que deve ser estabelecido de forma precisa em um cenário próprio ao fim da década. Além do evidente catálogo de novidades, artistas veteranos como Emicida, Wado, Cérebro Eletrônico e Momo lançaram projetos de explícita relevância, não apenas para as próprias carreiras, mas para a produção musical de forma geral. Dentro desse conjunto de tendências, passagens pelo Hip-Hop, Eletrônica, Psicodelia, Pop e um cruzamento cada vez maior de gêneros trouxeram um resultado plural ao que define nossa lista dos 50 Melhores Discos Nacionais de 2013.

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|Os 50 Melhores Discos Internacionais de 2013|

Obras que estarão entre os melhores da década, o retorno de veteranos ao cenário musical (David Bowie, My Bloody Valentine, Daft Punk) e um catálogo de jovens artistas que vão ocupar um espaço cada vez maior pelos próximos anos. Musicalmente, poucos anos foram tão concorridos quanto 2013. Da expansão (e plena aceitação) do Hip-Hop pelo público “alternativo”, ao bem explorado catálogo de artistas do mundo pop (Charli XCX, Icona Pop, Haim e Sky Ferreira), se o ano pudesse ser definido em uma só palavra, com certeza ela seria diversidade. A relação entre o experimental e o comercial nunca foi trabalhada de forma tão íntima, o que fez com que nomes antes distantes, como The Knife e Justin Timberlake, ou Oneohtrix Point Never e CHVRCHES pudessem ser observados de forma aproximada. Mesmo o revival 90’s, antes restrito aos clássicos do Shoegaze/Rock Alternativo, agora abraça o R&B e a Eletrônica, transportando para outros gêneros uma série de referências cada vez menos particulares. Dentro desse cenário diverso, selecionamos Os 50 Melhores Discos de 2013, trabalhos que passeiam por diferentes aspectos da cena estrangeira e fazem um curioso recorte do que foi a produção musical formatada ao longo do ano.

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Miojo Is On Fire

|Miojo Is On Fire 2013|

Boa música? Letras envolventes? Inovação? Desculpe, mas aqui, nada disso importa. É hora de deixar de lado a análise crítica para valorizar aquilo que os artistas que se destacaram ao longo do ano têm de melhor: a beleza. Sim, somo fúteis, adoramos corpos sarados e estamos aqui para eleger os melhores, os mais gatos e os mais sedutores artistas de 2013. É hora de Miojo Is On Fire. Para a terceira edição do nosso especial, foram selecionados apenas artistas que lançaram trabalhos em 2013 – somente discos ou EPs. Obviamente, o critério de escolha foi bastante particular e, diferente de outras listas, se você acha que alguém ficou de fora, fique sabendo: não damos a mínima. Propositalmente Zoey Deschanel, Julian Casablancas, Justin Timberlake e Alex Turner, que também lançaram discos este ano, acabaram de fora – eles já entraram nas edições anteriores. Pode choramingar, ficar de mimimi e fazer aquele drama nos comentários, mas a nossa lista com os 20 mais gatos e gatas do ano ficou assim.

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|Os Melhores Discos de 2013: Lista dos Leitores|

Com apenas cinco dias de votação e contando com o bom gosto do nosso público, encerramos mais um especial Melhores Discos: Lista dos Leitores. Para a terceira edição da nossa lista colaborativa de fim de ano, tivemos mais de 100 participantes válidos, que elegeram seus discos nacionais e internacionais favoritos. Como nos outros anos, os leitores do Miojo Indie mais uma vez surpreenderam, lançando seus votos para registros pouco conhecidos e uma centena de obras que dificilmente estariam em uma seleção de obras mais “comerciais”. Foram mais de 80 discos nacionais participantes, e quase 150 obras estrangeiras que entraram na seleção/contagem final. Diferente dos anos anteriores, em que apenas o número de votos era levado em consideração, para a edição 2013 do nosso especial, cada disco ganhou um ponto específico de acordo com a posição atribuída pelo leitor – indo de 5 Pontos para o 1º Lugar, até 1 Ponto para o 5º colocado. A decisão serviu para acelerar a contagem dos votos, bem como um resultado mais justo na filtragem ou possível desempate dos votos. Outro diferencial é a participação dos leitores na construção dos textos da lista final. Além dos votos, cada leitor foi convidado a escrever um texto curto, explicando os motivos que o levaram a escolher o melhor disco de cada lista.

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As Piores capas de 2013

|As Piores Capas de 2013|

Em um ano marcado por grandes lançamentos musicais e boas capas, claro que não poderíamos deixar de fora um dos nossos especiais mais polêmicos e divertidos: As piores capas. É hora de correr para as colinas, fechar os olhos ou se arriscar e chorar sangue. Assim como nas edições anteriores, passamos os últimos meses coletando as criações mais bizarras, escabrosas e vergonhosas que ilustraram alguns dos principais trabalhos de 2013. Assim como na seleção das Melhores Capas, a presente lista leva em consideração uma interpretação muito particular, ou seja, parte dos leitores podem concordar com os trabalhos escolhidos, enquanto a maioria deve detestar. Prepare bem os seus olhos, deixe o fanatismo de lado e viaje por esse universo de imagens assustadoras.

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|As Melhores Capas de 2013|

De todas as listas e especiais de final de ano, uma das seleções mais importantes é, sem sombra de dúvida, a de Melhores Capas. Atrativo para diversos trabalhos ruins, complemento inevitável para outros ou um simples exercício de provocação para o ouvinte, uma bela/instigante imagem de capa faz toda a diferença na hora de definir a construção de um registro – afinal, o que seria dos Beatles sem as cores de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967) ou a icônica capa do álbum de estreia do The Velvet Underground? Diferente das outras seleções que devem aparecer pelas próximas semanas, a lista de melhores capas tem um apelo muito mais “pessoal”, ou seja, deve agradar muita gente e desagradar um número ainda maior de leitores. Entretanto, se algum trabalho em específico e que você gosta muito ficou de fora da seleção, use os comentários, postando o link da imagem ou a própria capa, quem sabe a sua capa favorita não não acaba entrando no nosso especial.

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|10 Discos Para Gostar de Chillwave|

Definir a Chillwave como um gênero específico é uma tarefa praticamente impossível. Nascido da colagem de distintas referências, o “estilo”, surgido ao final da década passada, mantém na psicodelia o principal elemento de aproximação entre projetos tão distintos como Washed Out, Neon Indian e Toro Y Moi. Fruto de um acumulo conceitual que absorve as ambientações do Boards Of Canada, passando pela manipulação de sons alcançada por Panda Bear, em Person Pitch (2007), o gênero trouxe na formação de obras como Psychic Chasms (2009) e Life of Leisureum efeito atento de mutação, algo que os demais projetos surgidos logo no ano seguinte trataram de manifestar com maior acerto e distinção. Mantendo como foco a busca por trabalhos de essência veranil e íntimos da estética nostálgica dos anos 1980, selecionamos 10 Discos para gostar e entender a Chillwave. Um conjunto de obras recentes, mas capazes de definir aquele que talvez seja um dos estilos mais curiosos nascidos nos últimos anos.

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|10 Discos Para Gostar de Britpop|

Resposta britânica ao som assumido pelo rock estadunidense no fim dos anos 1980, o Britpop deixou a raiva do Grunge para fluir como uma representação do decadente estilo de vida inglês. Dotado de versos irônicos e arranjos instrumentais melódicos, típicos do rock imposto na década de 1960, o novo “gênero” em pouco tempo atraiu parte expressiva do público, da crítica e principalmente das rádios locais. Logo, o que parecia um movimento específico e regional, em pouco tempo ocupou os ouvidos de boa parte do planeta, se estendendo por toda a década de 1990 – e até além dela. Do duelo entre Blur e Oasis, passando pela consagração de grupos como Pulp e The Verve, até a avalanche de novas bandas que viriam em sequência, o Britpop talvez seja a maior movimentação (comercial) da cena inglesa desde o ápice dos Beatles. Nesse cenário marcado por obras de plena relevância, selecionamos apenas 10 álbuns íntimos de toda a estética que marca o estilo, o que fez com que obras como o debut do The Stone Roses (1989),Nowhere (1990) do Ride e The Bends (1994) do Radiohead ficassem de fora da seleção. Caso algum disco que você gosta tenha ficado de fora da lista, use os comentários para se manifestar – quem sabe a gente não faz um novo especial.

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10 Discos Para Gostar de Krautrock

|10 Discos Para Gostar de Krautrock|

Resposta aos anos de declínio criativo impulsionados pelo pós-guerra, ao final dos anos 1960 uma frente de artistas davam início a um novo cenário cultural germânico. Longe de repetir as experiências musicais expostas na cena britânica e estadunidense, grupos como Can, Faust e Neu! trouxeram no experimento a chave para a renovação, definindo não apenas as bases para Krautrock, mas uma série de conceitos que seriam expandidas para além do cerco alemão. Inicialmente observado de forma negativa pela crítica musical da época – o próprio termo Krautrock, é uma “brincadeira” com as palavras “rock” e “repolho azedo” -, o estilo em poucos tempos tomou conta do público, resultado do esforço coletivo de seus idealizadores em construir uma identidade artística, ainda que isso não fosse necessariamente uma intenção. Embora riquíssimo, seguindo as demais listas já publicadas, separamos apenas 10 discos para gostar de Krautrock, classificando em diferentes “níveis” – 1, 2 e 3 – de forma a facilitar a audição dos novos ouvintes.

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10 Discos Para Gostar de EMO

|10 Discos Para Gostar de EMO|

Divisão melódica do Post-Hardcore proposto em meados dos anos 1980, o Emocore, ou simplesmente Emo, surgiu como um ponto de separação ao que caracterizava a cena de Washington, DC no mesmo período. Dividido em pequenas ondas, o subgênero começou a tomar formas bem definidas nas mãos de grupos como Rites of Spring, ainda na década de 1980, entretanto, é com a chegada de projetos como Cap’n Jazz, Sunny Day Real Estate e Mineral, nos anos 1990, que o estilo de fato se espalhou pelos Estados Unidos. A partir dos anos 2000, por conta da popularização de grupos como Jimmy Eat World, uma nova safra de artistas passou a buscar por um resultado cada vez mais acessível e comercial, aproximação clara com o Pop Punk e a base para aquilo que Simple Plan, Good Charlotte e tantos outros artistas passaram a incorporar. Entretanto, com o presente especial nada de focar na produção recente, mas em uma seleção de dez discos fundamentais para construção conceitual da cena Emo.

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10 Discos Para Gostar de IDM

|10 Discos Para Gostar de IDM|

Gênero desprezado por uns e adorado por uma centena de outros, a Intelligent Dance Music (IDM), independente de suas caracterizações ou aceitação, trouxe para a música eletrônica da década de 1990 um complemento nítido. Ponto de convergência entre as tramas sintéticas da música Techno e as ambientações típicas de estilos como o Downtempo, o gênero manifestou na estética de produtores como Richard David James (Aphex Twin) e duos à exemplo de Boards Of Canada um salto criativo em relação ao que parecia estagnado na atmosfera que alimentava as pistas naquele período. Ponto de convergência para as interferências musicais que veteranos da Ambient Music, Krautrock e até mesmo Jazz conquistaram décadas antes, a IDM acumula em pouco mais de duas décadas de “nascimento” uma seleção de obras que conseguem ir além dos próprios limites específicos do estilo, registros catalogados em mais um especial do Miojo Indie que apresenta agora 10 Discos Para Gostar de IDM. Assim como no especial sobre Ambient Music, todos os álbuns selecionados foram classificados em um grau de “complexidade”, indo de “1” a “3” de forma a facilitar a audição dos novos ouvintes.

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Trip-Hop

|10 Discos Para Gostar de Trip-Hop|

Um gênero nascido da colagem de outros gêneros. Quando os primeiros artistas britânicos resolveram colecionar texturas, brincar com uma versão desacelerada das batidas e o clima jazzístico no final dos anos 1980, não apenas a base para o Trip-Hop estava lançada, mas o princípio de uma série de outras interferências que caracterizariam a década de 1990. Por vezes confundido como um material essencialmente sombrio e erótico – resultado da forte repercussão em torno da obra de grupos como Portishead e Massive Attack -, o Trip-Hop nada mais é do que um cenário de convergência musical, bases que condensam o jazz, dub, rock, soul e pequenas experimentações em um mesmo universo instrumental. Em uma tentativa de construir uma discografia básica que quem talvez desconheça o gênero ou busque conhecer um pouco mais sobre o estilo, foram selecionados 10 Discos Para Gostar de Trip-Hop, obras que, de uma forma ou outra, expandiram os limites estéticos iniciados na Bristol dos anos 1990 ou mesmo servem de princípio para uma série de outras obras voltadas ao mesmo segmento.

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10 Discos de 1983

|10 Discos de 1983|

De um lado, um catálogo cada vez maior de obras focadas no Heavy Metal, morada de Metallica, Iron Maiden, Dio e tantos outros artistas da época. No outro oposto, a fluorecência do pop, impulsionado pelo trabalho de Madonna e Cyndi Lauper. Dentro desse ambiente exageradamente sombrio e colorido em extremos, uma seleção de obras pavimentaram a composição da cena alternativa, apontando para diferentes gêneros. O punk e o hardcore lentamente abandonavam o teor anárquico da cena britânica, abrigando a chegada de uma nova seleção de artistas, caso de Minor Threat. A New Wave, por sua vez, encontrava nas mãos do The Police e Talking Heads um novo significado, deixando para grupos como The Fall, R.E.M. e Swans um princípio de transformação para o rock. Em mais um especial da nossa série de textos focados em resgatas clássicos de algum ano específico, selecionamos 10 Discos de 1983. Trabalhos que mesmo hoje mantém a mesma carga de influência e novidade, quanto no período em que foram apresentados.

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10 Discos Para Gostar de Alt. Country

|10 Discos Para Gostar de Alt. Country|

Enquanto a música Country foi redescoberta pela Industria Fonográfica no fim dos anos 1980 – se transformando em um produto ao grande público -, uma cena paralela crescia em diversas cidades norte-americanas. Interessados em resgatar o trabalho de veteranos da década de 1960, bandas como Uncle Tupelo e The Jayhawkes trouxeram em aproximações com o rock alternativo um teor de novidade. Entre bases de slide guitar, versos amargurados, álcool e distorções, nascia o Alternative Country, subgênero que parece amarrar diferentes gerações (e tendências) dentro de um mesmo universo musical. Em um esforço de apresentar algumas obras expressivas dentro do estilo, selecionamos 10 Discos Para Gostar de Alt. Country. Trabalhos marcados pela beleza e o detalhamento dos arranjos, mas que convencem principalmente na forma como os versos são aproveitados em um sentido de confissão.

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|20 Discos de 1991|

Definitivamente 1991 foi um bom ano para a história da música. Ponto de verdadeira ruptura entre os sons que haviam marcado a década de 1980 e toda a nova leva de ritmos que estavam nascendo, o período sustenta não apenas o alvorecer do rock alternativo, mas de uma variedade de outros gêneros e vertentes musicais. Do nascimento do Trip-Hop aos experimentos climáticos que ocupavam a eletrônica, da consolidação do Hip-Hop ao fortalecimento dos selos independentes, cada trabalho lançado durante o ano trouxe um complemento significativo para a produção da época, o que torna o período um dos mais inventivos da música recente. Dessa forma, escolher 20 registros que marcaram 1991 não foi um exercício simples. Claro que algumas obras fundamentais acabaram de fora, mas como a intenção era a de resgatar alguns trabalhos mais “obscuros” do período, o resultado não tinha como ser outro.

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10 Discos de 1969

|10 Discos de 1969|

Mesmo às vésperas do fim, a década de 1960 ainda acumulava uma seleção de obras clássicas a serem lançadas. Em um período de pura invenção para a música – principalmente o rock -, em 1969 uma série de importantes bandas fechavam seus principais capítulos, enquanto um grupo de novatos antecipavam o que viria a ocupar o cenário nos anos 1970. Com a psicodelia ainda em alta, a música brasileira parecia cada vez mais impulsionada pelo caráter lisérgico dos sons, efeito ministrado pelos sons regionais, a força da tropicália e um esforço ainda mais anárquico do que na música estrangeira. Dando continuidade ao nosso especial que revisita clássicos do passado em diferentes anos, listamos agora 10 Discos de 1969. Por conta do período riquíssimo, uma variedade de discos acabaram de fora da seleção final. Obras de Neil Young, Sly and the Family Stone e King Crimsom que podem aparecer em breve na construção de outro especial

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30 Discos de 2003

|30 Discos de 2003|

Ano fundamental para a consolidação do rock indie e todas as transformações que marcaram a música no começo do novo século, 2003 se transformou na morada de uma dezena de obras hoje entendidas como clássicas. Seja no crescimento do cenário nova-iorquino – com a estreia de bandas como Yeah Yeah Yeahs e The Rapture -, na experimentação eletrônica ou pela expressiva contribuição para o Rap nacional, a sequência de lançamentos que ocuparam a música há uma década refletem de maneira positiva na construção de uma série de obras recentes. Celebrando o fértil período, separamos 30 obras fundamentais e que completam dez anos de lançamento em 2013. Registros memoráveis que passeiam pelo Hip-Hop, Rock e Eletrônica tanto na música nacional, como na produção estrangeira.

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10 Discos Para Gostar de Shoegaze|10 Discos Para Gostar de Shoegaze|

Reza a lenda de que durante as primeiras apresentações do The Jesus and Mary Chain, a timidez dos irmãos Jim e William Reid era tamanha, que olhar para os próprios tênis (shoes) parecia ser a única forma de se manter longe do público. Boato ou apenas atenção redobrada no manuseio dos pedais e distorções, veio daí o título para o som desconcertante proposto pelo duo: Shoegaze. Ainda que seja responsabilidade da dupla parte da construção do termo atribuído ao gênero, a forma orquestral incorporada aos ruídos vem de muito antes disso. Das distorções propostas pelo The Velvet Underground na década de 1970, aos ruídos sombrios que abasteceram os primórdios do Pós-Punk, anos de experimentação levaram ao sustento do estilo, que ao fim dos anos 1980 explodiu. Passeando por diferentes estágios do gênero, preparamos uma seleção de 10 Discos para Gostar de Shoegaze. São obras antigas e recentes que refletem aspectos característicos da época em que foram lançados.

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10 Discos de 1985

|10 Discos de 1985|

Nada de sintetizadores, o clima colorido da New Wave e a celebração neon que tomou conta do início da década de 80, em 1985 a cena musical crescia entre sonorizações noturnas e guitarras completamente sujas. Enquanto na Inglaterra o punk e o pós-punk passavam por alterações visíveis, quase experimentais, nos Estados Unidos o rock assumia uma tonalidade cada vez mais ruidosa, brindando o público com o princípio do cenário alternativo. Seguindo com a nossa seção 10 Discos, preparamos uma seleção de obras que marcaram o meio da década de 1980. Trabalhos que vão da produção britânica, passando pela cena estadunidense, até alcançar o Brasil. Cada trabalho ressalta aspectos específicos da produção musical da época, revelando obras do rock gótico, pós-punk, blues e um princípio para o rock alternativo estadunidense.

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10 Discos Para Gostar de Post-Punk

|10 Discos Para Gostar de Post-Punk|

Passado o estado de emergência imposto pela invasão Punk em 1977, a cena britânica assumiu na imersão a busca por um som obscuro e experimental. Seria o nascimento da cena Pós-Punk, morada de bandas como Joy Division, Gang Of Four e toda uma nova safra de artistas que abriram as portas para a sonoridade obscura da década de 1980. Ainda que o teor soturno seja a base para grande parte dos lançamentos do período, algumas obras fundamentais lançadas no mesmo momento (ou até depois) fogem à regra. Dando sequência ao nosso especial sobre gêneros musicais – que já apresentou obras importantes de gênero como Dream Pop, Ambient Music e Post-Rock -, chega a vez de apresentar 10 Discos Para Gostar de Post-Punk. Clássicos que vão do final dos anos 1970 até o começo do século XXI, quando toda uma nova geração de bandas trataram de reviver o estilo.

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20 Discos de 1972

|20 Discos de 1972|

Já passamos por 1967, 1979 e até pelo ano de 1993, entretanto, nenhuma especial da seção 10 Discos foi tão difícil de ser construído quanto eleger uma seleção de obras que marcaram 1972. Ano riquíssimo para a produção nacional – marcada pelo rock e a psicodelia – ou mesmo para a cena estrangeira – inclinada ao experimento e novas aproximações com a música pop -, expandimos nosso especial para eleger não apenas uma dezena de obras, mas 20 Discos de 1972. São trabalhos que mantém a influência constante, passeando pelo R&B, Krautrock, Rock Progressivo, Folk e Samba. Ainda assim alguns trabalhos que gostamos muito acabaram de fora da seleção final, entre eles Araçá Azul de Caetano Veloso e Let’s Stay Together de Al Green – optamos por manter apenas um disco de cada artista -, as trilhas sonoras de Superfly (Curtis Meyfield) e The Harder They Come, além de Obscured By Clouds do Pink Floyd.

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10 Discos Para Gostar de Post-Rock

|10 Discos Para Gostar de Post-Rock|

Dividido entre as climatizações do Jazz, os experimentos que marcaram o Krautrock na década de 1970 e os primórdios do Rock Alternativo, o Post-Rock tinha tudo para ser um gênero específico dos anos 1990. Felizmente a soma de artistas que o desenvolveram e seus receptores levaram o estilo muito além. Tratado erroneamente como uma extensão instrumental do rock tradicional, o gênero é a morada de alguns dos projetos mais interessantes da produção musical nas últimas duas décadas, esforço que faz de bandas como Sigur Rós, Mogwai e Explosions In The Sky grupos queridos de uma imensa parcela do público. Depois de passear pelo Dubstep, Ambient Music e Dream Pop, selecionamos agora 10 Discos para gostar de Post-Rock. Álbuns recomendados (e essenciais) para quem nunca se aventurou pelo gênero.

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10 Discos de 1993

|10 Discos de 1993|

Em plena expansão, o rock alternativo decidia parte dos rumos na cena musical firmada no começo da década de 1990. Fosse pelo fenômeno causado por Nevermind (1991) do Nirvana, ou mesmo a centena de outros lançamentos do gênero, o que não faltavam eram artistas capazes de manejar boas doses de distorção a seu favor. Em 1993 não seria diferente. Ano de estreia e consolidação para artistas como Björk, Liz Phair e PJ Harvey, o cenário lentamente saia da mão dos homens para brilhar nos vocais femininos, isso sem contar na expansão da eletrônica, os primórdios do Britpop e a plena influência do Hip-Hop. Com muita dificuldade listamos 10 Discos de 1993, obras essenciais e que mesmo ambientadas com a sonoridade do período, se mantém válidas ainda hoje. Menções honrosas para a dupla Mazzy Star com So Tonight That I Might See, Catherine Wheel e o disco Chrome, Autechre com Incunabula e Legião Urbana com O descobrimento do Brasil, todos álbuns lançados no mesmo ano.

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10 Discos Para Gostar de Dream Pop

|10 Discos Para Gostar de Dream Pop|

Subgênero do Rock e um verdadeiro condensado de referências que se acumulam desde o fim da década de 1960, o Dream Pop encontrou na música sombria dos anos 1980 uma morada segura. Casa de bandas veteranas como Cocteau Twins e artistas recentes como Beach House, o estilo se caracteriza pelo uso de melodias compactas, vozes etéreas e guitarras que desaceleram a aspereza do Shoegaze de forma a fluturar. Terceiro especial da nossa série de textos para quem pretende se aventurar em gêneros musicais específicos, separamos dez obras fundamentais que atravessam quase três décadas de produção musical e chegam ao presente. Depois de Dubstep e Ambient Music, é a vez de conhecer (ou redescobrir) 10 Discos Para Gostar de Dream Pop.

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10 Discos de 1979

|10 Discos de 1979|

Passada a onda de artistas que redefiniram o rock inglês em 1977 e a nova safra de bandas que ocupavam a cena nova-iorquina, às vésperas do fim a década de 1970 ainda tinha mais um pequeno catálogo de obras a serem apresentadas. Com a New Wave em pleno crescimento, veteranos do rock progressivo como Pink Floyd pareciam buscar por um espaço próprio, ao passo que bandas como The Clash e Talking Heads aprimoravam o que haviam iniciado anos antes. No Brasil, com o Regime Militar se encaminhando para o fim, o cenário era novamente de descoberta, uma ruptura entre o rock e uma aproximação lenta com a música pop e suas nuances contemporâneas. Dentro desse universo de descobertas e transformações, selecionamos 10 Discos de 1979, trabalhos expressivos e que ainda hoje mantém a influência ativa. Menções honrosas para Drums and Wires do XTC, 154 da banda Wire e Armed Forces de Elvis Costello.

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10 Discos Para Gostar de Ambient Music

|10 Discos Para Gostar de Ambient Music|

Em pleno delineamento desde o fim da Segunda Guerra Mundial, a Ambient Music só encontrou formação e maior entendimento por parte do público na primeira metade dos anos 1970. Fruto da ampla inclusão de sintetizadores na produção musical da época e relacionado aos inventos de propósito “comercial” expostos por Brian Eno, mesmo passada mais de três décadas e incontáveis transformações, o gênero ainda hoje encontra barreiras a ser apreciado. À pedidos dos leitores e seguindo as mesmas bases para o especial 10 Discos Para Gostar de Dubstep, montamos uma seleção de dez obras (antigas e recentes) para quem pretende se aventurar pela Ambient Music e não sabe por onde começar. Uma compilação para não iniciados, mas que serve como reforço e descoberta para quem já se relaciona com discos do gênero. Listados em ordem alfabética, os dez álbuns foram classificados em três “níveis” – 1, 2 e 3 -, sendo o primeiro recomendado para quem nunca ouviu qualquer obra do gênero, e os restantes para ouvintes mais “experientes”

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10 Discos de 1977

|10 Discos de 1977|

Em grande parte das vezes caracterizado como um marco para o movimento Punk – em pleno invento na cena britânica -, o ano de 1977 vai além de um único segmento musical. Ponto de invenção e cruzamento de ideias, o ano trouxe ao mundo o firmamento o Krautrock, as experimentações eletrônicas, uma nova capa ao Folk e ao Rock, além de boa parte das influências do que viriam a alimentar a produção musical na década seguinte. É dentro deste cenário que selecionamos 10 registros fundamentais para o período – poderiam ser mais. Naturalmente alguns álbuns acabaram de fora, entre eles Before And After Science (Brian Eno), Zombie (Fela Anikulapo Kuti & Africa ’70), From Here to Eternity (Giorgio Moroder), Lust for Life (Iggy Pop) e My Aim Is True (Elvis Costello), trabalhos que merecem ser conhecidos.

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Os 25 Melhores Discos de 2013

|Os 25 Melhores discos de 2013 (Até Agora)|

Em um ano marcado pelo retorno de gigantes – como David Bowie, My Bloody Valentine e Daft Punk -, ou mesmo a estreia de uma nova leva de artistas, não seria uma surpresa que tantos grandes lançamentos dificultassem nossa seleção da lista de melhores do meio do ano. Entretanto, diferente das duas edições anteriores (2011 e 2012), selecionar 25 bons registros apresentados entre janeiro e junho se transformou em um exercício nada simples, tanto que abrir cinco novas vagas foi quase uma necessidade. Feito isso, listamos 25 obras – sem ordem ou posição aparente – que marcaram 2013 até aqui. São nove registros nacionais e 16 internacionais, passando pelo rock, eletrônica, Hip-Hop, Folk e diferentes ritmos. Um pequeno catálogo para você que passou os últimos seis meses sem ouvir nada, ou que talvez queira relembrar alguns dos grandes discos do ano.

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10 Discos de 1967

|10 Discos de 1967|

Visitar o passado e encontrar as referências que abastecem a música atual, esta é a proposta da seção 10 Discos no Miojo Indie. A ideia é que os leitores do blog utilizem os comentários do post, indicando um ano específico, bem como alguns registros que gostariam de ter expostos ao final da seleção. A equipe e convidados do blog auxiliam na escolha dos trabalhos e textos para finalizar dez grandes lançamentos de cada ano. Não precisam ser apenas os melhores, mas registros obscuros ou que talvez acabaram de fora de listas do gênero. Com a segunda edição viajamos até 1967, diretamente para o “Verão do Amor”, resgatando 10 obras clássicas – da música nacional ou estrangeira – que ainda hoje servem como referência para grande parte dos novos artistas. Menção honrosa para Forever Changes do Love, I Never Loved A Man The Way I Love You de Aretha Franklin, Goodbye And Hello de Tim Buckley e a estreia de Caetano Veloso – que convenhamos, tem discos muito melhores.

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10 Discos Para Afogar as Mágoas

|10 Discos Para Afogar As Mágoas|

Melancolia, alguns copos de cerveja amarga e 10 Discos Para Afogar As Mágoas. Em nossa nova lista, fomos até o fundo do poço (ou da garrafa) para preparar uma seleção de registros repletos de sofrimento e álcool. Nada de obras clássicas – a maioria delas concentrada ao longo de toda a década de 1970 -, mas álbuns lançados de 2000 até agora. Para cada registro, um cardápio específico de bebidas que recomendamos para potencializar o efeito da obra – algumas delas inclusive utilizadas abertamente durante o processo de construção do disco. São dez álbuns, sendo três deles de artistas nacionais (Momo, Jair Naves e Rosie and Me) e o restante de artistas estrangeiros. Ouça, beba e tente afogar as mágoas – ou não. Aviso: Conteúdo não recomendado para menores de 16 anos. Se beber não dirija.

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| 10 Discos de 1990 |

Visitar o passado e encontrar as referências que abastecem a música atual, esta é a proposta de nossa nova seção no Miojo Indie. A ideia é que os leitores do blog utilizem os comentários do post, indicando um ano específico, bem como alguns registros que gostariam de ter expostos ao final da seleção. A equipe e convidados do blog auxiliam na escolha dos trabalhos e textos para finalizar dez grandes lançamentos de cada ano. Não precisam ser apenas os melhores, mas registros obscuros ou que talvez acabaram de fora de listas do gênero. Para começar: 10 Discos de 1990. Passeando por registros que vão do Rock ao Hip-Hop, da eletrônica ao pop, selecionamos trabalhos significativos e de grande influência não apenas no ano em que foram lançados, mas para o presente. Entre as bandas listadas estão Pixies, Depeche Mode e Sonic Youth.

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10 Discos Para Se Exercitar

|10 Discos Para Se Exercitar|

Diga adeus ao sedentarismo, faça alguns alongamentos e corra para a academia, afinal, agora você tem 10 Discos para se Exercitar. De registros para principiantes a obras perfeitas para quem já está acostumado com exercícios pesados, cada álbum da lista valoriza aspectos específicos do universo das academias, pistas de corrida ou espaços para pedalar. Começou hoje? Sem problemas, Cut Copy e Friendly Fires vão te incentivar com leveza e ritmo. Quer dar uma volta de bicicleta pelo parque? Então que tal ao som de Kraftwerk ou ainda LCD Soundsystem se você prefere correr por alguns minutos. Embora pensados dentro de aspectos focados na eletrônica, todos os dez álbuns selecionados revelam sonoridades bastante específicas, indo do Hip-Hop à World Music, passando pelo Noise Pop até o Synthpop. Ouça, dance e se exercite.

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Outono|10 Discos Para Celebrar o Outono|

Já suamos com uma lista de ótimos discos para aproveitar o verão, pulamos para debaixo dos cobertores com um especial com os melhores álbuns para passar o inverno e até celebramos a primavera com uma seleção dos registros mais encantadores dos últimos tempos. Agora é a vez do Outono ganhar destaque no Miojo Indie. Assim como nas outras estações, preparamos dez registros que se relacionam conceitualmente com a estação, resultado que inevitavelmente acabou voltado ao trabalho artistas da música Folk e outros projetos do gênero em nossa nova seleção. De Elliot Smith a Nick Drake, de Grizzly Bear a Fleet Foxes, é hora de sofrer com 10 Discos Para Celebrar o OutonoAviso: Lista não recomendada para você que está sozinho, com o coração partido ou tem fortes tendências suicidas. Não nos responsabilizamos por pulsos cortados ou qualquer outra forma de manifestação suicida. Beber café em um fim de tarde melhora significativamente a audição dos registros selecionados.

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Os 50 Melhores Discos Nacionais de 2012

|Os 50 Melhores Discos Nacionais de 2012|

Transformações tomaram conta da produção nacional em 2012. Com o lançamento de registros cada vez mais distantes das barbas dos Los Hermanos e uma maior necessidade de experimentar, pela primeira vez em mais de meia década o cenário nacional entrega de fato novidade. Enquanto o Norte e Nordeste fornecem cor e ritmo à nossa música, São Paulo e Rio de Janeiro se perdem em experimentos acinzentados que ultrapassam o óbvio – vide a boa forma de Metá Metá e Sobre a Máquina. Ainda que o Hip-Hop (gênero de grande destaque em 2011) tenha se anunciado de maneira mais tímida durante o ano, alguns trabalhos deram continuidade ao ritmo, que deve crescer ainda mais em 2013. Acima de tudo, o grande destaque de 2012 ficou por conta das transformações na música pop. De Gaby Amarantos, passando por Mahmundi, Tulipa e Silva, saem as repetições que tanto prejudicaram o gênero no passado para entregar um pop renovado e que anuncia muito do que deve caracterizar a música nacional pelos próximos meses.

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Os 50 Melhores Discos Internacionais de 2012

|Os 50 Melhores Discos Internacionais de 2012|

Se o ano de 2012 pudesse ser definido em uma só palavra seria “aquecimento”. Do retorno do R&B à plena aceitação do Hip-Hop, da relação harmoniosa entre o experimental e o pop à busca constante por melodias que soem acessíveis aos mais diversos públicos. Tudo parece fluir como resultado de algo maior, de um cenário que aos poucos toma forma. Talvez ao final de 2013 seja possível ter uma noção mais exata do que vai ser a década de 2010, um período que reviveu os anos 90, sem perder a essência e gosto pela inovação. O que antes era dubstep, agora foi de encontro ao Grime, Hip-Hop, a IDM e tantas outras vertentes. O Rap por sua vez deixou a experimentação, ficou mais sério e ainda assim tão chapado quanto nos últimos anos. O pop se entregou ao etéreo, vez ou outra brincando com a música de vanguarda, mas sem jamais deixar de ser pop. A psicodelia permanece, menos óbvia, mais calcada no Dream Pop, assim como o rock, que deixou a raiva para soar ameno. Independente da variedade de estilos, em 2012 aprendemos que é possível apreciar de tudo um pouco, sem parecer vulgarmente “eclético”, que a música é transformação, e continuar ouvindo aquela banda velha e estática é simplesmente um erro.

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Os Piores Discos de 2012

|Os Piores Discos de 2012|

Por mais criativa e musicalmente rica que tenha sido a produção musical de 2012, não há como fechar os olhos para alguns lançamentos simplesmente desnecessários, quiçá vergonhosos que tomaram o mundo da música no último ano. Seguindo exemplo do que fizemos em 2011, selecionamos dez registros de qualidade duvidosa, redundância, mas que curiosamente foram aclamados pelo público. Preparem os comentários raivosos, atirem pedras ou simplesmente concordem.

Menções “honrosas” para Ana Cañas e seu disco de “rock” que ainda não faz o menor sentido; Buona Fortuna com o melhor (entenda como quiser) álbum de covers do Los Hermanos; Noctourniquet, a melhor canção de ninar já assinada pelo The Mars Volta e Clavin Harris e Steve Aoki com suas coletâneas de eletrônica que vão “animar” as noites de sábado de qualquer rádio do gênero.

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Listas

|Os Melhores Discos de 2012: Lista dos Leitores|

Com um número absurdo de votantes – mais de 130 participaram – e listas que praticamente barraram o surgimento de nomes mais comerciais – The Killers, Mumford & Sons e Muse tiveram baixíssima expressão -, a lista dos leitores do Miojo Indie surpreendeu em 2012. Contrariando o resultado do último ano, dessa vez três discos nacionais aparecem em destaque na lista, além de uma sequência de álbuns que agradam pela experimentação – mudança de público no blog ou os votante tiveram mais consciência em suas listas? Como a proposta era de dez registros, alguns álbuns bem votados acabaram de fora do fechamento, como Lucas Santtana, Lana Del Rey, Alabama Shakes, Jack White, Passion Pit e até alguns nomes “curiosos” como Death Grips, GYBE! e Metá Metá. Obrigado mais uma vez aos participantes que deram seu voto, e vamos para o resultado final da Lista dos Leitores 2012.

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20 Grandes Estreias de 2012

|20 Grandes Estreias de 2012|

Depois de muita espera é chegada a hora de conhecer os melhores trabalhos lançados ao longo do ano. Antes, porém, uma pequena parada para registrar 20 Grandes Estreias de 2012. Uma seleção com duas dezenas dos melhores debuts que definiram o cenário musical ao longo do ano, independente de estilo, sonoridade ou país. Álbuns que passeiam pela eletrônica, hip-hop, rock, folk, R&B e o experimental, marcando a estreia de 20 novos artistas que devem ser acompanhados de forma atenta pelos próximos anos. Os discos foram classificados em ordem alfabética, logo, não há uma numeração ou ordem dos melhores. Aproveite para relembrar outras 25 grandes estreiasque marcaram 2011 e preparem-se para as listas finais que começam na próxima semana.

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As Melhores Capas

|As Melhores Capas de 2012|

Depois de passear pelo inferno das Piores Capas de 2012, chega a hora de apreciar o que existe de mais bonito nos registros musicais apresentados durante o ano. Uma seleção com 30 cuidadosas imagens para encher os olhos, instigar e por vezes se relacionar de forma íntima com a sonoridade presente no interior dos discos. É preciso lembrar que algumas capas não foram selecionadas simplesmente pela beleza, mas pela capacidade de comover o espectador de outras formas. Entre lançamentos nacionais e internacionais (em ordem alfabética por artista) descubra abaixo quais foram as capas que mais chamaram as atenções durante o ano.

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As Piores Capas de 2012

|As Piores Capas de 2012|

Pegue a água benta, chame a polícia, chore, ligue para a sua mãe, mas nada disso vai te salvar das Piores Capas de 2012. Prepare-se para conhecer 25 álbuns que até tentaram parecer revolucionários, entretanto, só pioraram a situação. Uma lista vergonhosa que faria qualquer designer, fotógrafo ou ilustrador chorar sangue mediante as imagens apresentadas. Ainda que nada lançado durante o ano consiga superar a terrível edição de 2011, algumas das imagens preparadas para ilustrar determinados discos parecem pensadas com um efeito reverso. Respire fundo e só clique para ver o restante das imagens se você tiver coragem.

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Os 50 Melhores Discos Nacionais de 2011

|Os 50 Melhores Discos Nacionais de 2011|

Ressaca. Essa foi constante sensação que marcou a música nacional durante todo ano. Talvez a força de trabalhos como Feito Pra Acabar de Marcelo Jeneci ou Efêmera da paulistana Tulipa Ruiz – entre outros – tenham estabelecido certo ar de expectativa em relação à produção musical da nova década, derramando sobre o presente ano uma sensação de desgaste, certa dose de expectativa e muito cansaço, algo bem exemplificado pela falta de grandes lançamentos. Mesmo assim, ao longo de 2011 contamos com grandes discos, trabalhos que deixaram de maneia significativa um rastro na música brasileira (seja ela qual for). Para isso, selecionamos 50 registros essenciais para compreender o que foi a produção nacional no decorrer do ano, álbuns que nos proporcionaram uma sucessão de faixas memoráveis e que merecem verdadeiro destaque.

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Os 50 Melhores Discos Internacionais de 2011

|Os 50 Melhores Discos Internacionais de 2011|

Da lisergia eletrônica da Chillwave ao embate entre os reis da música contemporânea – Arcade Fire, Kanye West e o abatido LCD Soundsystem -, se em 2010 o ano foi de exaltações e trabalhos promovidos de maneira épica, para 2011 a calmaria foi o que acabou se estabelecendo. A valorização do Lo-Fi, o Dubstep como um ritmo mundialmente conhecido e o experimental se transformando em algo pop foram alguns dos marcos que caracterizaram o cenário musical ao longo do ano, garantindo apontamentos mais do que consistentes de como deve se movimentar a música pelos próximos anos. Passeando por diferentes campos da música é hora de elegermos os melhores discos internacionais do ano, trabalhos que marcaram o panorama musical e que aqui ocupam lugar de destaque.

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Os 50 Melhores Discos Internacionais de 2011

|Os Melhores Discos de 2011: Lista dos Leitores|

Com 41 votantes (quem mandou listas por e-mail ou linkou para outro site ficou de fora) e mais de 170 discos mencionados (álbuns de 2010 foram automaticamente descartados) chegamos finalmente ao resultado final da nossa lista de melhores álbuns de 2011 escolhidos pelos leitores. Mesmo com um único disco brasileiro na lista final (os outros não entraram por muito pouco) interessante ver a presença de diversos trabalhos nacionais nas listas particulares, algo bem diferente do constatado na anterior votação, dos melhores discos da década de 1990. Outro ponto interessante foi observar a ampla inclusão de trabalhos não tão comerciais, algo bastante animador. Muito obrigado a todos os votantes e sem mais delongas fique agora com a lista dos nossos queridos leitores. OBS: Para critério de desempate utilizamos a classificação nas listas individuais, quanto mais próximo do primeiro lugar, maior a pontuação.

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|Miojo Is On Fire|

Nada de listas de melhores discos, estreias, clipes ou qualquer outra coisa de “relevante” no mundo da música. O que importa aqui é a beleza. Sim, uma vez por ano liberamos nosso lado fútil para eleger os mais gatos e gatas do ano, e se você se incomoda com isso, simples não precisa ler o conteúdo abaixo. Estamos aqui para falar daquele corpinho sedutor que pode até ter chamado atenção pela música (amamos música), mas que atraiu muito mais pelo conjunto da obra. E que conjunto. São 20 artistas – metade homens e metade mulheres – que fizeram nossos corações e mentes se perderem em 2012. Sentiu falta de algum artista? Os comentários estão abertos para isso. Lembre que apenas artistas que lançaram discos durante o ano entrama na lista, então nada de mimimi que “fulano ficou de fora”. Respire fundo, tome um copo d’água se achar necessário e se delicie com as maiores tentações musicais do ano, afinal, Miojo Indie Is On Fire.

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10 discos para sofrer por amor

|10 Discos Para Sofrer Por Amor|

Novembro é o mês de aniversário do Miojo Indie, e para celebrar a data nada melhor do que fazer aquilo que vocês leitores do blog tanto gostam: listas. Primeiro especial de muito que virão pelas próximas semanas, separamos dez discos “recentes” que vão te fazer sofrer por amor. Para a seleção, uma dezena de álbuns, todos nacionais e tecnicamente recentes ou que foram lançados de 2000 até agora. A escolha, claramente pessoal, traz um pouco de tudo que passou pela música nacional nos últimos anos e é altamente indicada para pessoas que acabaram de levar um pé na bunda ou estão na verdadeira fossa. Prepare os lenços, o sorvete, abrace o animalzinho de estimação e chore.

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Halloween

|10 Discos Para Assombrar o Halloween|

Tranquem as portas e comecem a rezar: está chegando o dia das bruxas. Para contribuir com o clima de terror e suspense da data (oficialmente no dia 31 de outubro), preparamos uma seleção com dez discos que vão assombrar o Halloween. Você já pode se preparar ao som do metal sombrio da banda Sun O))), passando pela eletrônica esquizofrênica do Crystal Castles até tocar as ambientações sufocantes do Holy Other. Uma dezena de álbuns que vão te arrastar para os ambientes mais obscuros, para junto dos seres mais macabros e das melodias mais sinistras. Prepare sua fantasia e escolha um dos dez álbuns para aterrorizar a noite das bruxas.

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Primavera

|10 Discos Para Celebrar a Primavera|

Os pássaros estão cantando, as flores começam a se abrir e no caso do Brasil, o calor começa a fritar nossas cabeças. Sim, é chegada a Primavera meus queridos, um gostoso meio termo entre o frio congelante do inverno e o calor absurdo do verão. Aquela época do ano em que tudo soa mais bonito, colorido, romântico e perfumado – ou não. Para você que também acredita no “poder” da estação, preparamos uma seleção especial de 10 discos que vão guia-lo durante os próximos e até futuros meses. Registros que vão da calmaria ao experimental, sem jamais se esquecer de doces melodias vocais e outras composições tomadas pelo bucólico. Para a seleção dos trabalhos, decidimos passear por diferentes décadas, coletando pelo uma mostra de cada grande disco do período. Todos os álbuns elencados são escolhas nitidamente particulares. Se você achou que algum grande trabalho ficou de fora, os comentários estão aí para isso e quem sabe ano que vem não lançamos uma nova lista apenas com suas indicações. Agora, sem mais espera, segure na mão do Tim Maia e cante: “Porque (é primavera)/ Te amo (é primavera)

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Dubstep

|10 Discos Para Gostar de Dubstep|

Gênero musical recente, o dubstep começou a se manifestar em Londres no final da década de 1990, se valendo de uma série de variações e cruzamentos entre Drum’n’Bass, 2-Step, Dub, Trip-Hop e demais variações geradas na eletrônica britânica. Com mais de uma década de vida, o estilo ganhou destaque a partir da segunda metade dos anos 2000, em virtude do surgimento de uma série de importantes produtores musicais e selos voltados ao gênero. Quem quiser conhecer um pouco mais sobre as origens do Dubstep, recomendo este artigo escrito por Bruno Bulluomini do Blog Tranquera, texto que sintetizada e conta boa parte da história bem como de produtores relacionados ao estilo musical.

Em vista de uma série de e-mails pedindo indicações sobre o que seriam bons trabalhos relacionados a esse tipo de som, separamos alguns dos registros já lançados aqui no blog, além de outros títulos de valor e extrema contribuição para o gênero. Sabemos que alguns álbuns importantes acabaram ficando de fora – como os primeiros registros do Kode9 ou mesmo os primeiros lançamentos do James Blake -, entretanto, a ideia é de apresentar alguns discos mais “comerciais” e que possam incentivar a conhecer outros lançamentos relacionados ao gênero. Sem mais delongas, deixe Skrillex de lado e dance ao som da nossa seleção de 10 álbuns que devem fazer você gostar de dubstep – ou não.

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Inverno

|10 Discos Para Aproveitar o Inverno|

Assim como no começo de janeiro aproveitamos o clima quente e as altas temperaturas para lançar o especial 10 Discos Para Aproveitar o Verão, com as temperaturas cada vez mais baixas é hora de apresentar o oposto disso. Esqueça o biquíni, o filtro solar e a piscina. É hora de se enfiar embaixo das cobertas, preparar o chocolate quente e ver nossa seleção com 10 Discos Para Aproveitar o Inverno. Tudo bem que ainda faltam alguns meses até a estação começar de vez, mas enquanto ela não chega, não há nada melhor para ficar quentinho e se sentir bem acolhido.

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