OS 50 MELHORES DISCOS DE 2010 (50-46)

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#50. Tame Impala – Innerspeaker

O primeiro disco de estúdio dos australianos do Tame Impala é uma passeio pelo rock psicodélico da década de 60 e 70. Somando musicalidade pop com guitarras que remetem à Jimmy Hendrix o grupo cresce conciso pelas 11 canções viajadas que compõem Innerspeaker. O grupo explora a musicalidade sem cair no clichê da infinidade de bandas que anualmente surgem “inspiradas” pelo estilo.

Australian/Psychedelic/Alternative Rock
Ouça: Desire Be, Desire Go.

#49. Polock – Getting Down From The Trees

Representando o indie rock os cinco rapazes do Polock chegam com Getting Down From The Trees um verdadeiro achado de canções pop e sonoridade digna dos anos 2000. O grupo conta com guitarras inspiradas no primeiro disco do Strokes além de uma levada de brit rock no melhor estilo Libertines ou Arctic Monkeys, acrescente alguns teclados e pronto: você tem a Polock. Canções melódicas e sonoridade se completam e uma atmosfera que esbanja frescor através de faixas como Fireworks, Nice To Meet You e Tangerines & Unicorns.

Spanish/Indie Rock/Indie Pop
Ouça: Tangerines & Unicorns

#48. Two Door Cinema Club – Tourist History

O trio de irlandeses composto por Alex Trimble, Kevin Baird e Sam Halliday soube dosar com destreza o uso de guitarras aceleradas e melodias pop, o resultado é o divertido Tourist History. Com suaves arranjos de electro pop, que muito lembram os primeiros trabalhos do Bloc Party ou do Friendly Fires. Um disco despretensioso e perfeito para as pistas.

Irish/Indie Rock/Electro-pop
Ouça: Undercover Martin

#47. Girl Talk – All Day

Se fosse necessário indicar as maiores “entidades” da música no século XXI Gregg Gillis do Girl Talk sem dúvidas entraria na lista. O mestre dos mashups foi o responsável por animar boa parte das festas da última década. Seja pelas suas apresentações caóticas ao vivo (vide a chuva de papel higiênico no último Planeta Terra) ou por sua pluralidade musical na construção de seus hits. Com All Days sua quinta mixtape, Gillis prova que sua fórmula ainda não está datada e que sabe como produzir boas faixas para as pistas. (Resenha)

Electronic/Mashup/Pop
Ouça: Get It, Get It

#46. Julian Lynch – Mare

Pendendo para uma levada lo-fi folk, o norte-americano Julian Lynch nos apresenta um bom disco de experimentalismos acústicos e pequenas doses de psicodelia. Segundo disco lançado por Lynch em menos de um ano, Mare é um álbum absorto em camadas e gravações quase caseiras com forte apelo instrumental e que por vezes se perde em meio a ambientações e canções climáticas. (Resenha)

Lo-Fi/Experimental/Folk
Ouça:  Ruth, My Sister