Glow In The Dark: Dave Rowntree (Blur)

No dia 20 de setembro, sábado, a Glow In The Dark recebe sua primeira atração internacional. E não é pouca coisa: Dave Rowntree, baterista do Blur, faz um DJ set na festa com muito rock, indie-rock e britpop. Essa é a primeira vez do Dave no Brasil e vai ser seu único set em São Paulo, então não dá pra perder. E, como a Glow é a Glow, também não vai faltar tinta neon, luz negra, canetas fluorescentes e glowsticks pra deixar a noite completa. Separa sua camiseta branca e vem. Abaixo, uma playlist de aquecimento para a festa:

Ingressos antecipados: www.bit.ly/GlowTickets
1º Lote: R$ 35,00 / 2º Lote: R$ 40,00
Na porta: R$60

O Cine Joia inteiro vai ser tomado por luz negra! Lá dentro, vamos distribuir canetas fluorescentes para você pintar, marcar, zoar e ~flertar~ na camiseta alheia. Com a luz negra, o brilho das canetas fica bem mais forte – mas a camiseta tem que ser branca! Também tem maquiagem fluorescente pra quem chegar cedo e glowsticks. Quer ver as fotos das edições passadas pra você se inspirar? Clica aqui: http://facebook.com/brilhanoescuro/photos

O que toca na festa?

A noite inteira vai ser tomada por muito indie-rock e indie-pop! The Killers, Of Monsters and Men, Franz Ferdinand, Phoenix, Black Keys, Strokes, Foster The People, Two Door Cinema Club, Empire of the Sun, The Runaways, The Ting Tings, Arctic Monkeys, Justice, Interpol, Vampire Weekend, Florence and the Machine, MGMT, Daft Punk, Kaiser Chiefs, The Kooks, QOTSA, Yeah Yeah Yeahs, Cake, Fratellis e por aí vai.

Desconto para aniversariantes

A lista de aniversariantes já lotou! Mas aproveita que dá pra garantir seu ingresso antecipado e pagar menos.

Line-Up

Dave Rowntree (Blur)
Alex Correa (Glow In The Dark)
Poms (Indieoteque)
Marçal Righi (Move That Jukebox)

Fotos: Wesley Allen (I Hate Flash) e Denise Machado

Curtiu a flyer da festa? Quem faz é o Vitor Pereira, da Caxahell: https://www.facebook.com/caxahell

Serviço:

Glow in the Dark – Cine Joia
Sábado, 20 de setembro – 23h00
1º Lote: R$ 35,00 / 2º Lote: R$ 40,00
Camarote: R$ 55,00 (direito a entrada sem fila, maquiadora glow exclusiva e salgadinhos).
Na porta: R$ 60,00
Locais de venda: Pela internet, nesse link – www.bit.ly/GlowTickets
Ou no Cine Joia: Praça Carlos Gomes, 82 (segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 18h)

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Disco: “Rainha dos Raios”, Alice Caymmi

Alice Caymmi
Alternative/Electronic/Female Vocalists
http://www.rainhadosraios.com/

Por: Cleber Facchi

O mar inquieto desbravado por Alice Caymmi durante o primeiro álbum de estúdio, de 2012, encontra agora seu estado de maior agitação. Em Rainha dos Raios (2014, Joia Moderna), segundo trabalho solo da cantora e compositora carioca, todas as experiências – líricas e musicais – arrastam agora o espectador para um cenário de plena incerteza e constante transformação. Instável e senhora do próprio domínio, Alice rompe de forma decisiva com os laços da própria herança, deixando de ser encarada apenas como a “neta de Dorival Caymmi” para governar um universo inteiro dentro das próprias imposições.

Imenso registro de possibilidades, a obra “em louvor” à Iansã – a orixá das tempestades – logo se converte em um registro de incorporação. Das vozes fortes tomadas pela androginia ao uso versos provocados pelo incerteza de gênero do eu-lírico, quem passeia com liberdade pelo disco não é Alice, mas as diferentes entidades que temporariamente invadem o corpo (e voz) da artista.

Contrariando a força autoral do primeiro disco – rompida apenas na regravações de Unravel de Björk e Sargaço Mar do próprio avô -, aqui Alice é Caetano Veloso (Homem), Maysa (Meu Mundo Caiu), MC Marcinho (Princesa) e até uma versão transformada dela mesma (Antes de Tudo). Mesmo quando se encontra com o hitmaker Michael Sullivan em Meu Recado, Caymmi está longe de repetir a mesma “personagem” exaltada no álbum de estreia. Rostos, vozes e papéis que se confundem sem deixar de ditar a direção (incerta) a ser seguida pelo ouvinte no decorrer do trabalho.

Ainda que encarado como uma obra de interpretações – das nove faixas do disco, sete contam com assinatura ou foram gravadas previamente por outros artistas -, Rainha dos Raios está longe de ser resumido como um simples “disco de versões”. Inclinado ao remodelar de cada faixa, Diogo Strausz, produtor do disco, brinca não apenas com a base experimental de cada canção, mas com a essência da própria cantora. Parceiros desde o experimento testado em Iansã, no último ano, Strausz e Caymmi testam referências (Sou Rebelde), forçam o uso da voz como instrumento (Meu Recado) e, principalmente, atravessam um oceano imenso de novos ritmos. Continue reading

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Angel Olsen: “All Right Now” e “High & Wild”

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Repleto de referências aos sons incorporados no Country/Folk dos anos 1970, Burn Your Fire for No Witness (2014) é mais do que uma representação da essência musical de Angel Olsen, mas uma tradução amarga dos sentimentos da própria artista. Satisfatório em se tratando do conjunto de 11 faixas que definem a versão original do trabalho, o sucessor do satisfatório Half Way Home (2012) ganha no dia 18 de novembro uma edição especial abastecida por cinco composições inéditas.

Também com lançamento pelo selo Jagjaguwar, o “novo” álbum resume na singeleza de All Right Now uma mostra convincente do que Olsen reserva para os próximos meses. Adornada pelos mesmos elementos referenciais do restante da obra, a canção borbulha em um agregado de vocalizações sublimes e arranjos econômicos, um resumo de todo o material lançado no começo de fevereiro. Além da nova música, a cantora aproveitou para apresentar o clipe de High & Wild, registro caseiro que conta com o apoio do próprio público e membros da banda de apoio da artista.

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Angel Olsen – All Right Now

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Angel Olsen – High & Wild

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ruído/mm: “Cromaqui”

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Quem acompanha a paranaense ruído/mm desde o álbum/EP Série Cinza, de 2004, talvez fique espantado com a ferocidade que invade o interior de Cromaqui. Mais recente invento do coletivo de Curitiba, a efêmera criação de dois minutos talvez seja a faixa mais distinta já lançada pela banda desde a estreia definitiva com o álbum A Praia, em 2008. Urgente, suja e até mesmo “pop” em alguns instantes, a nova música resume com naturalidade o material que o grupo reserva para o próximo registros de estúdio, o esperado Rasura.

Primeira composição inédita da banda desde o álbum de 2011, Introdução à Cortina do Sotão, Cromaqui rompe com a expectativa de quem esperava por um som delicado, na linha de Índios, interpretação da banda para o clássico de 1986 da Legião Urbana. Parte de uma compilação montada pela banda Labirinto e lançada no soundcloud da Brasil Music Exchange, a recente canção é parte do disco que estreia oficialmente no dia 27 deste mês.

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ruído/mm – Cromaqui

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Holly Herndon: “Home”

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Quem acompanha o trabalho de Holly Herndon desde o álbum Movement, de 2012, sabe da estrutura complexa que invade cada criação da compositora/pesquisadora musical. Inclinada ao executar de peças complexas, diferentes métodos de gravação e uso experimental da voz, a artista californiana vem desde o começo do ano investindo na ativa relação entre som e imagem, preferência já reforçada durante a construção do clipe de Chorus, porém, aprimorada com o lançamento de Home.

Íntima das mesmas referências lançadas por Daniel Lopatin no último álbum do Oneohtrix Point Never, R Plus Seven (2013), a canção flutua em um mar de formas digitais e acústicas instáveis, porém, controladas. São mais de seis minutos de formas sobrepostas, imagens limpas e uma chuva de referências visuais capazes de completar as lacunas de voz deixadas pela cantora. A direção do vídeo conta com a assinatura do estúdio holandês Metahaven.

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Holly Herndon – Home

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Christopher Owens: “Never Wanna See That Look Again”

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Como Nothing More Than Everything To Me já havia comprovado há poucas semanas, Christopher Owens finalmente parece ter “se encontrado” desde o encerramento das atividades do Girls, sua antiga banda. Livre da sonoridade bucólica/tímida anunciada no primeiro registro solo – Lysandre (2013) -, o cantor e compositor norte-americano estreita novamente a relação com as guitarras, melodias pegajosas e versos carregados pelo romantismo exagerado que somente ele parece controlar, premissa para a recém-lançada Never Wanna See That Look Again.

Mais novo exemplar do ainda inédito A New Testament, a presente composição arrasta o ouvinte por efêmeros dois minutos de puro acerto e brilho pop. Na trilha das canções mais descompromissadas do clássico Album, de 2009, a faixa é a pista que faltava para que o cantor aumentar a expectativa e preparar de vez o terreno para o disco – previsto para o dia 30 de setembro.

Acima, a capa do single. Abaixo você encontra o vídeo da composição, quem quiser saber um pouco mais sobre a proposta do clipe pode ler a entrevista de Owens para o site Dazed Digital.

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Christopher Owens – Never Wanna See That Look Again

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Dream Police: “Hypnotized”

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A resposta para a constante mudança de sonoridade dentro da discografia do The Men está em seus próprios criadores, Mark Perro e Nick Chiericozzi. Únicos membros remanescentes da formação original do grupo nova-iorquino, o duo não quer esperar até o próximo álbum da banda para encarar um novo acervo de referências musicais. Poucos meses depois de apresentar o ótimo Tomorrow’s Hits (2013), a dupla lança agora sua nova invenção: Hypnotized.

Trata-se da faixa título do primeiro álbum assinado pelo novo projeto da dupla, o Dream Police, uma interpretação eletrônica do mesmo som explorado pelo The Men desde o psicodélico/punk álbum de 2012, Open Your Heart (2012). Imenso catálogo de referências, a nova banda concentra tanto as guitarras características da década de 1970, com os sintetizadores dançantes lançados nos anos 1980. Uma colisão de temas que vão do Rock Clássico ao pós-punk do período sem necessariamente fugir da presente cena. Com lançamento pelo selo Sacred Bones, Hypnotized (o disco) estreia no dia 11 de novembro.

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Dream Police – Hypnotized

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Disco: “This Is All Yours”, Alt-J

Alt-J
British/Indie/Alternative
http://www.altjband.com/

Por: Cleber Facchi

Em um sentido oposto ao da homogenia ressaltada no começo dos anos 2000, durante a expansão do Revival Pós-Punk, nítida é a transformação imposta por todo um novo cercado de artistas que ocupam a cena inglesa. Coletivos como Everything Everything, Egyptian Hip Hop e Django Django; grupos motivados pelo mesmo “pop complexo” assinado por Foals, Wild Beasts e outros responsáveis pela transição de conceitos ainda na segunda metade da última década, mas que parecem em busca de um som cada vez mais particular.

Fruto explícito desse novo “movimento”, o grupo de Leeds Alt-J talvez seja o mais querido do público dentro de toda a nova safra de artistas britânicos. Com uma massa de ouvintes fiéis (e em expansão) desde a chegada do debut An Awesome Wave (2012) – verdadeira coletânea pop embalada de forma “experimental” -, o (hoje) trio resume no lançamento do segundo álbum de estúdio uma obra centrada na autoafirmação e, ao mesmo tempo, carregada de novas experiências.

Esculpido de forma menos “comercial” que o antecessor, This Is All Yours (2014, Infectious) é um trabalho que pode até escapar de faixas imediatas, como Breezeblocks e Tessellate, mas que surpreende pela delicadeza de seus (extensos) atos. Exemplo expressivo disso está em Hunger of the Pine. Escolhida para apresentar o disco, a lenta composição cresce como um ressaltar harmônico das nuances do Art Rock – de grupos como These New Puritans -, mas sem deixar de flertar com desconstrução do pop recente – vide a inclusão de trechos da música 4X4 de Miley Cyrus, “I’m a Female Rebel“. Todavia, assim como o álbum de 2012, o grande erro do Alt-J não está no acumulo e uso amplo de referências, mas na forma como grande parte desses elementos são encaixados de maneira “inexata” ao longo da obra.

Por mais comovente que seja o material apresentado em Hunger Of The Pine, mesmo que a música de Left Hand Free pareça comercialmente viável ou que o som de The Gospel of John Hurt ecoe de forma curiosa, falta coerência ou uma possível linha temática capaz de amarrar o imenso material do disco. É nítida a tentativa do grupo em iniciar um planejamento conceitual com a “trilogia Nara” – Arrival in Nara, Nara e Leaving Nara -, entretanto, a hiperatividade sobrepõe o controle, levando o trio a tropeçar no mesmo catálogo de sons avulsos de An Awesome Wave. Ideias, colagens, referências que tornam a experiência de apreciar o álbum confusa – vide o corte brusco que separa Every Other Freckle de Left Hand Free, esta última, música que parece incluída apenas por pressão da gravadora. Continue reading

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Indieoteque Miojo Indie

É hora de mais uma Indieoteque ao som e tempero do Miojo Indie! Durante toda a noite, clássicos antigos e recentes do Indie rock, eletrônica, rock alternativo e Hip-Hop comandam a festa. Para a nova edição da festa, Cleber Facchi (Miojo Indie) recebe os amigos Thiago Araújo (Brasil Post), Nani Rodrigues e Gustavo Assumpção (CineClick) para uma noite abastecida por clássicos antigos e recentes. Abaixo, a mixtape de aquecimento da festa:

Você vai ouvir: Vampire Weekend, Arcade Fire, HAIM, Disclosure, Blood Orange, Phoenix, Queens Of The Stone Age, Daft Punk, Arctic Monkeys, Lykke Li, Chromatics, Icona Pop, Hot Chip, CHVRCHES, Young Galaxy, The Strokes, Charli XCX, Tame Impala, Friendly Fires, Silva, Pixies, Grimes, The XX, Silva, Jessie Ware, Animal Collective, Talking Heads, Radiohead, Dirty Projectors, Björk, The Rapture, Interpol, Kanye West, Deerhunter, Alt-J, Baths, Amy Winehouse, Savages, Yeah Yeah Yeahs, Janelle Monáe, She & Him, !!!, Purity Ring, Real Estate, Toro Y Moi, Crystal Castles, The Killers, The Kinfe, Tyler The Creator, Best Coast, Chairlift, Foals, Everything Everything, Frank Ocean, Holy Ghost!, Justin Timberlake, Mac DeMarco, La Roux, Kendrick Lamar, MGMT, Lily Allen, Twin Shadow, Solange, Passion Pit, Spoon, The New Pornographers, Wavves, Chloe Howl, Ducktails, Unknown Mortal Orchestra, Franz Ferdinand, Azealia Banks, Japandroids, Two Door Cinema Club, e mais. ♩♬♪♩♫

:::: LINE UP ::::

Cleber Facchi (Miojo Indie)
Thiago Araújo (Brasil Post)
Nani Rodrigues
Gustavo Assumpção (CineClick)

:::: QUANTO ::::

Entrada gratuita até as 22h!
Confirme presença no Facebook AQUI.
Preço após as 22h: Com nome na lista -> R$40 consuma ou R$20 de entrada
Sem nome na lista -> R$60 consuma ou R$30 de entrada
Lista de desconto no site: http://bit.ly/SetembroMiojoIndie 

::: ANIVERSÁRIOS :::

Quer comemorar seu aniversário na Funhouse? Você ganha VIPs, pode girar a nossa roleta e mais! Confira as vantagens no site: http://bit.ly/HVkjYO

:::: ESQUENTA ::::

Novidade na Funhouse! Abrimos nossas portas às 20h para happy hour e esquenta! A entrada não é cobrada e ainda tem promo de cerveja: compre 4, leve 5! +infos: http://bit.ly/17dbmUk

ATENÇÃO: Só é permitida a entrada de maiores de 18 anos na casa e todos devem portar um documento oficial com foto recente.

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SBTRKT: “Look Away” (ft. Caroline Polachek)

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Cada novo lançamento de Aaron Jerome nas últimas semanas tem sido uma verdadeira surpresa para o público que acompanha o trabalho do SBTRKT. Entre composições ao lado de Ezra Koenig (New Dorp, New York) e faixas desenvolvidas em parceria com rappers como Raury (Higher) e A$AP Ferg (Voices in My Head), todos os elementos apontam que Wonder Where We Land (2014), novo álbum do produtor britânico, tem tudo para se transformar em um dos trabalhos mais amplos e convincentes do ano.

Há poucos dias da estreia do disco – prevista para 23 de setembro -, SBTRKT lança o primeiro clipe oficial do registro e, ao mesmo tempo, mais uma assertiva parceria. Trata-se de Look Away, faixa mais experimental do novo disco (até agora) e uma assertiva parceria com Caroline Polachek, do Chairlift. Para o estranho vídeo interativo da canção – projeto desenvolvido pelo estúdio Resn -, a webcam do computador é utilizada para que a figura soturna do clipe desvie o olhar do próprio espectador. Ouça a faixa abaixo ou assista ao vídeo aqui.

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SBTRKT – Look Away (ft. Caroline Polachek)

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