Tag Archives: Clipes

Spoon: “Inside Out”

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Os ouvintes do Spoon não tem mesmo do que reclamar. Faltando algumas semanas para o lançamento de They Want My Soul (2014), oitavo registro em estúdio do grupo norte-americano, cada nova faixa apresentada por Britt Daniel e Jim Eno apenas reforça a expectativa em relação ao novo álbum. Primeiro veio a urgente (e econômica) Rent I Pay, deixando para a leve Do You o lado mais sutil do grupo, tonalidade reforçada dentro do ambiente essencialmente melódico de Inside Out, novo e hipnótico single dos veteranos do Indie Rock.

Abastecida por sintetizadores, além, claro, da dobradinha entre a guitarra de Daniel e a bateria de Eno, a presente faixa serve como um reforço para o lado mais pop da banda, além de um inevitável regresso ao ambiente solucionado no começo dos anos 2000. Além da nova música, o grupo aproveitou para divulgar o clipe da pegajosa Do You, trabalho que conta com a direção assinada por Hiro Murai. Com lançamento pelo selo Loma Vista, They Want My Soul estreia oficialmente no dia cinco de agosto.

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Spoon – Inside Out

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Spoon – Do You

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Basement Jaxx: “Never Say Never” (Feat. ETML)

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Seguem os preparativos para a chegada de Junto (2014), o esperado novo álbum do Basement Jaxx. Passado o lançamento do clipe de Sereia da Bahia, há poucos dias, Felix Buxton e Simon Ratcliffe aparecem com mais uma inédita e pegajosa criação: Never Say Never. Quarta faixa do álbum – recheado por 13 músicas -, a recém-lançada composição ganha destaque por conta da voz de ETML, um dos novos nomes do R&B/Garage de Londres.

Apoiada em uma série de elementos que se aproximam do hit Latch – parceria entre o duo Disclosure e o cantor Sam Smith -, Never Say Never está longe de parece uma cópia. De fato, boa parte dos elementos da música resgatam traços característicos do Basement Jaxx, como a relação com a música negra e boa parte das experiências com a música pop lançadas no disco Scars, de 2009. Junto estreia no dia 25 de agosto. Abaixo, o clipe da canção.

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Basement Jaxx – Never Say Never (Feat. ETML)

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Sharon Van Etten: “Our Love”

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Dor, melancolia e depressão até onde a vista e os ouvidos alcançam. Quarto trabalho em carreira solo de Sharon Van Etten, Are We There (2014) entrega em cada uma de suas canções uma representação dos maiores pesadelos sentimentais da cantora – e também os nosos. Com uma bem sucedida sequência de clipes – entre eles Every Time the Sun Comes Up e Taking Chances -, Van Etten entrega agora mais um assertivo produto visual relacionado à obra.

Trata-se de Our Love, uma das composições mais doces e comercialmente viáveis do registro. Centrado na própria cantora, o vídeo conta com a assinatura de Karen Collins, uma fotografa especializada em fotos de mulheres e que parece revelar ao público o lado mais doloroso da artista/personagem do clipe. Recomendado, Are We There é um dos escolhidos na nossa lista de meio do ano com os 25 Melhores Discos de 2014.

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Sharon Van Etten – Our Love

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Hamilton Leithauser: “I Don’t Need Anyone”

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A simplicidade das canções e o uso detalhado dos arranjos servem como base para o primeiro álbum solo de Hamilton Leithauser. Mais conhecido pelo trabalho desenvolvido em mais de uma década com o The Walkment, o (ex-)vocalista trouxe na coerência de Black Hours (2014) não apenas uma extensão de seus antigos inventos, mas a base para um dos grandes exemplares do pop (“clássico”) em 2014.

Exemplar coeso de tudo o que define o novo álbum e, ao mesmo tempo, uma passagem para os antigos projetos do cantor, I Don’t Need Anyone é a comprovação da boa forma de Leithauser. Terceira composição do álbum a ser transformada em clipe – as outras são 11 O’Clock Friday Night e Alexandra -, a faixa aparece carregada de bom humor por conta do trabalho dirigido por Paul Maroon.

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Hamilton Leithauser – I Don’t Need Anyone

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SZA: “Julia”

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Z (2014), estreia da cantora norte-americana SZA pode até ser um trabalho marcado pela densidade dos arranjos e vozes, mas pende para o pop em alguns momentos. Melhor exemplo desse resultado “comercial” está na construção de Julia, faixa que parece expandir os limites vocais e sonoros de Solana Rowe para arremessa a cantora – e o próprio ouvinte – diretamente para os anos 1980.

Com produção assinada por Felix Snow, velho parceiro de Rowe, e lembrando muito alguma faixa perdida de Blood Orange ou Chairlift, a canção aparece agora como clipe. Dirigido por Rodney Passé, o vídeo se concentra inteiramente na figura de SZA, a agora responsável pelo melhor sideboob frontal (isso existe?) de 2014.

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SZA – Julia

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Interpol: “All The Rage Back Home”

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Para você que é fã do Interpol: Que música intensa é esta All The Rage Back Home, não é mesmo minha gente? Prestem atenção nas guitarras másculas e cheias de efeito, Paul Banks mostrando o lado mais sentimental dele a cada verso da canção e a música ainda serve para dançar na balada. Desde o último trabalho de estúdio da banda – lançado em 2010 – ninguém lançava uma canção tão poderosa, comovente e ainda assim sombria quanto esta. Não restam dúvidas: El Pintor vai ser o melhor disco de 2014. Ian Curtis sentiria inveja. #ChupaJoyDivision

Para você que é racional: Pode voltar a ouvir Turn on the Bright Lights (2002) e Antics (2004) que eles continuam repetindo a mesma fórmula, só que pior e de um jeito mais “pop”.

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Interpol – All The Rage Back Home

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Christopher Owens: “Nothing More Than Everything To Me”

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Desde o encerramento das atividades do Girls, no começo de 2012, Christopher Owens parece em busca de um novo território musical. Depois de apresentar o tímido Lysandre, em meados de 2013, o cantor e compositor norte-americano finalmente parece ter “se encontrado”. Ou pelo menos é isso que Nothing More Than Everything To Me, mais novo single do artista, parece reforçar de forma quase caricata.

Encaixada no mesmo cenário de Stephen, apresentada há poucas semanas, a nova criação de Owens concentra tanto elementos de sua extinta banda, como passagens pelo Gospel, Country e outras referências religiosas/místicas típicas do cantor. Também apresentada como clipe – trabalho dirigido por Max Minghella -, a faixa é a passagem para o novo álbum do músico, A New Testament, registro que será lançado oficialmente no dia 30 de setembro. Acima, a “curiosa” capa do disco.

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Christopher Owens – Nothing More Than Everything To Me

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Blood Orange: “High Street Feat. Skepta”

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Há poucos dias Blood Orange apresentou ao público o ótimo clipe de You’re Not Good Enough. Representação convincente de Cupid Deluxe, último trabalho de estúdio do músico e registro lançado em 2013, a canção/vídeo acaba de ser substituída por mais um novo lançamento de Dev Hynes.

Trata-se de High Street, penúltima composição do disco lançado há poucos meses e pequena mostra do lado menos “nostálgico” do álbum. Feita em parceria com o rapper britânico Skepta, a canção aparece agora em clipe, projeto que conta com a assinatura do diretor Lucy Luscombe e também foge da atmosfera Lo-Fi/80′s que toma conta de todos os outros vídeos de Cupid Deluxe.

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Blood Orange – High Street Feat. Skepta

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Jessie Ware: “Tough Love”

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Há dois Jessie Ware apresentava (de fato) o primeiro álbum solo, Devotion (2012), com a dobradinha 110% e RunningWildest Moments só veio mais tarde. Próxima de entregar o segundo registro da carreira, ainda sem título, a cantora britânica prova que desacelerar trouxe benefícios ao próprio trabalho. Econômica e feita para gerar expectativa, Tough Love é um delicioso avisto de tudo o que deve orientar a carreira da artista pelos próximos meses.

Primeira mostra do registro que vem para suceder Devotion, a nova canção deixa o R&B à la Sade parcialmente de lado para abraçar com (boa dose de) suavidade a eletrônica abordada nos anos 1990. Na trilha da conterrânea e parceira Katy B, Ware deve solucionar um disco mais dançante, contrariando a antiga parceria com dupla japonesa BenZel, produtores do novo disco, no ótimo single/cover If You Love Me. Oficialmente Tough Love (o single) estreia no dia três de agosto, ou seja, o novo álbum não deve chegar tão cedo. Abaixo, o clipe da canção.

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Jessie Ware – Tough Love

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Cloud Nothings: “Psychic Trauma”

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Com o terceiro álbum de estúdio, Here And Nowhere Else (2014), Dylan Baldi mais uma vez reforçou o caráter intenso que acompanha o Cloud Nothings. Com os dois pés na década de 1990, o álbum escapa do lado “grunge” encarado em Attack on Memory, de 2012, para apostar em outras referências da época – como o pós-Hardcore.

Perfeita representação de tudo o que sustenta a obra, Psychic Trauma é a mais nova composição escolhida pelo músico para se transformar em clipe. Dirigido por John Ryan Manning, o vídeo mostra o grupo norte-americano em uma simples apresentação de estúdio, fugindo do convencional por conta do efeito “3D” das imagens.

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Cloud Nothings – Psychic Trauma

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