Tag Archives: Donna Summer

Donna Summer: “Love Is In Control” (Chromeo & Oliver Remix)

Donna Summer

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Desde o lançamento de Business Casual, em 2010, a dupla canadense Chromeo tem se mantido longe dos estúdios, aparecendo vez ou outra com alguma novidade ou possível remix. Agora David Macklovitch e Patrick Gemayel se unem aos também produtores da dupla Oliver para apresentar um excelente remix de Love Is In Control. Clássico de Donna Summer, a composição encontra a mesma medida acelerada que acompanha o trabalho do duo, impulsionado os vocais da diva da Disco Music e garantindo mais um verdadeiro achado para as pistas. A canção é parte da coletânea Love to Love You Donna, trabalho que será oficialmente lançado no dia 22 de Outubro e presta uma homenagem à cantora, morta no último ano em decorrência de um câncer no pulmão. Além do Chromeo, Hot Chip e o velho colaborador de Summer, Giorgio Moroder, garantem alguns remixes.

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Donna Summer – Love Is In Control (Chromeo & Oliver Remix)

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Disco: “After Dark 2″, Vários Artistas

Varios Artistas
Electronic/Synthpop/Disco
http://vivaitalians.blogspot.com.br/

 

Por: Cleber Facchi

Italians Do It Better

Johnny Jewel passou boa parte da última década pinçando referências esquecidas do que alimentou os anos 1980. No ápice do Revival Pós-Punk, o músico e produtor norte-americano foi em busca  de pequenos encaixes sintetizados, equipamentos analógicos e toda uma variedade de experiências que resultaram no nascimento de bandas como Glass Candy, Symmetry e posteriormente em uma aproximação com o Chromatics. Acompanhado pelo produtor Mike Simonetti (da Troubleman Unlimited Records), Jewel deu vida no começo dos anos 2000 ao Italians Do It Better, selo especializado na dance music oitentista e que de tempos em tempos faz da coletânea After Dark uma resposta para o que aproxima o músico de outros artistas relacionados ao pequeno selo.

Assim como proposto há seis anos, com o lançamento de After Dark 2 (2013, Italians Do It Better) Johnny reforça ainda mais a relação com a produção musical estabelecida há três décadas. Trata-se de uma obra que traz na presença de velhos colaboradores e novos artistas relacionados ao selo uma extensão do mesmo propósito que o orienta os inventos recentes do produtor. Coletânea de 15 composições marcadas pelas mesmas experiências sombrias que acompanham o cenário melhor delineado desde o último ano, o projeto finaliza aquilo que Cherry (Chromatics) e The Possessed (Glass Candy) haviam antecipado há alguns meses, reforçando na intensa relação entre as músicas um registro completo, e não apenas uma simples compilação.

Vindo em boa hora – passada a repercussão positiva em cima de Kill For Love (2012), obra-prima do Chromatics -, o trabalho desmistifica o propósito climático em torno das últimas composições individuais do produtor, trazendo na colagem de elementos específicos a transformação essencial para a obra. Talvez o que mais distancie o bloco sombrio de canções não seja (mais uma vez) a reformulação de marcas delicadas do Synthpop, mas uma mudança natural dos rumos que se aproximam timidamente da década de 1970. Assim, Jewel e os convidados Desire, Mirage, Appaloosa ou mesmo o velho colaborador Simonetti, fazem da coletânea uma inversão do que foi conquistado há seis anos, transformando o novo catálogo em um regresso ainda mais nostálgico ao passado.


Empoeirado por referências que ecoam Donna Summer (Warm In The Winter), uma versão particular da obra do Kraftwerk (Let’s Kiss), além de uma clara aproximação com aquilo que Girogio Moroder e outros veteranos da eletrônica conquistaram, cada passo no decorrer da obra traz de volta aspectos antigos da produção musical. Tendo no fundo lo-fi a essência para abastecer o trabalho, o coletivo composto por nove diferentes artistas – alguns colaboradores entre bandas – trata de cada composição como um objeto único e ao mesmo tempo aproximado. Assim, há na formatação misteriosa de Fill the Blanks ou no romantismo preguiçoso de Cherry uma intensa relação entre as canções. Continue reading

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Daft Punk: “Random Access Memories | The Collaborators: Giorgio Moroder”

Daft Punk

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Random Access Memories tem tudo para se transformar em um dos melhores discos de 2013 – mesmo que ele não seja bom. Distribuído em pequenas doses – cartazes no SXSW, anúncios em intervalos de TV e vazamentos falsos pela internet -, o quarto registro em estúdio da dupla Daft Punk conta agora com mais um novo e bem sucedido aliado: pequenos documentários. Dividido em capítulos, o registro visual traz no primeiro bloco ninguém menos do que um dos responsáveis pelas maiores transformações na eletrônica e na música pop desde o fim dos anos 60: Giorgio Moroder. Produtor convidado para o novo álbum da dupla, Moroder praticamente reconstrói sua carreira até revelar pontos importantes do novo disco do duo francês, conseguindo em poucos minutos arrepiar com seus depoimentos. Essencial.

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[youtube http://www.youtube.com/watch?v=eYDvxo-M0OQ?rel=0]
Daft Punk – Random Access Memories | The Collaborators: Giorgio Moroder

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