Tag Archives: Giorgio Moroder

Giorgio Moroder: “74 is the New 24″

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Primeiro Giorgio Moroder desfilou ao lado do Daft Punk em Random Access Memories (2013). Depois, foi a vez do produtor remixar o trabalho do Haim na dançante versão de Falling e até presentar velhos ou mesmo novos seguidores com a inédita Giorgio’s Theme, uma das composições da série 2014 do Adult Swim Singles. Com tamanha euforia e destaque em cima do trabalho do artista italiano – um dos pioneiros da música eletrônica -, era natural que Moroder logo surgisse com um novo registro de inéditas.

Anunciado para 2015 pelo selo RCA, o primeiro registro solo do produtor em mais de 30 anos conta com lançamento previsto para o outono brasileiro e um time variado de colaboradores. De um lado, nomes de peso da música pop como Sia, Britney Spears e Kylie Minogue, no outro, artistas em ascensão como Charli XCX e Mykki Ekko. Para apresentar o novo registro, Moroder entregou ao público a “inédita” 74 is the New 24, uma natural variação do último single lançado dentro da compilação do Adult Swim.

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Giorgio Moroder – 74 is the New 24

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Machinedrum: “Want Me”

Machinedrum

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A edição 2014 do projeto Adult Swim Singles definitivamente começou muito bem. Inaugurada pelos sete minutos frenéticos de Giorgio’s Theme, do italiano Giorgio Moroder, a série mantém (por enquanto) a pegada eletrônica ao apostar em Want Me, do norte-americano Travis Stewart, ou melhor, Machinedrum. Explorando o lado mais comercial do artista, a faixa se afasta do cenário de Vapor City, disco apresentado em 2013, que parece bem diluído nas emanações dançantes e simplificadas da canção.

Segundo lançamento da atual edição do projeto, a canção é o último respiro eletrônico antes da chegada do grupo Destruction Unit, próximo single do catálogo e uma passagem para o Garage Rock dentro do disco. Contabilizando 16 músicas inéditas, a edição 2014 do Adult Swim Singles ainda reserva nomes como Tim Hecker, Mastodon, Speedy Ortiz e Run The Jewels. Quem quiser baixar (gratuitamente) as faixas em bom formato, só precisa dar um pulo no site do projeto.

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Machinedrum – Want Me

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Giorgio Moroder: “Giorgio’s Theme”

Adult Swim

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Foi dada a largada para mais uma edição do projeto Adult Swim Singles, uma das melhores coletâneas da cena alternativa atual. Seguindo a trilha das edições anteriores, semanalmente um grande site de música norte-americano apresenta uma composição inédita relacionada ao projeto. Para a edição 2014 da série, foram escolhidos desde nomes de peso do Hip-Hop (Run The Jewels, Future), passando por gigantes do Metal (Deafheaven, Mastodon), até artistas centrados na música experimental (Fatima Al-Qadiri, Tim Hecker). Entretanto, para inaugurar a nova safra do projeto, a responsabilidade foi parar nas mãos do veteranos Giorgio Moroder.

Redescoberto pelo público desde a parceria com o Daft Punk em Random Access Memories (2013), o gênio da Italo-Disco usa da extensa Giorgio’s Theme como uma fina tradução de toda sua obra. Com mais de sete minutos de duração, a faixa atravessa os anos 1970 até alcançar o presente em um misto de nostalgia e novidade. Guiada até o fim pelos sintetizadores, a frenética canção funciona perfeitamente dentro e fora das pistas, reforçando (mais uma vez) a capacidade de Moroder em prender as atenções dos ouvintes.

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Giorgio Moroder – Giorgio’s Theme

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Giorgio Moroder: “Tony’s Theme”

Al Pacino

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Três décadas se passaram desde que Brian De Palma apresentou ao mundo a (hoje) clássica refilmagem de Scarface (1983). Película assumida pela atuação memorável de Al Pacino, ou melhor, o eterno Tony Montana, o trabalho será relançado em breve dentro de uma edição especial para colecionadores. Para celebrar os 30 anos do filme e da trilha sonora que acompanha a obra, o veterano Giorgio Moroder foi convidado para produzir um remix especialmente para a canção tema do personagem interpretado por Paccino. Sombria e ainda assim pronta para as pistas, a canção encontra em recortes do filme, bem como na expressa relação com a música Disco, de Moroder, uma curiosa interpretação. Feita para as pistas, mas capaz de ir além dela, o registro dá sequência ao catálogo de novas composições remixadas pelo produtor, que na última semana presenteou o público com a desconstrução de Forever, do trio Haim.

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Giorgio Moroder – Tony’s Theme

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Haim: “Forever” (Giorgio Moroder Remix)

Haim

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Em meio a tantos grandes lançamentos e obras de destaque que ocuparam o ano de 2013, poucos parecem ter se divertido tanto quanto o produtor italiano Giorgio Moroder. Um dos responsáveis pela construção de Random Access Memories, do Daft Punk, o veterano trouxe para uma sequência de projetos atuais um pouco do espírito e da essência da década de 1970 – isso sem contar no primeiro DJ set da carreira do artista. Agora é a vez de Moroder emprestar um pouco do charme empoeirado do período para a obra do Haim. Seguindo a trilha oitentista que sustenta Forever, o produtor acrescenta uma carga significativa de novos sintetizadores e batidas, além, claro, das pequenas vocalizações que imediatamente transportam a obra para o mesmo cenário. Com ares de remix de algum clássico da Eurodisco nos anos 1990, a faixa sai das mãos do italiano diretamente para as pistas.

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Haim – Forever (Giorgio Moroder Remix)

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Donna Summer: “Love Is In Control” (Chromeo & Oliver Remix)

Donna Summer

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Desde o lançamento de Business Casual, em 2010, a dupla canadense Chromeo tem se mantido longe dos estúdios, aparecendo vez ou outra com alguma novidade ou possível remix. Agora David Macklovitch e Patrick Gemayel se unem aos também produtores da dupla Oliver para apresentar um excelente remix de Love Is In Control. Clássico de Donna Summer, a composição encontra a mesma medida acelerada que acompanha o trabalho do duo, impulsionado os vocais da diva da Disco Music e garantindo mais um verdadeiro achado para as pistas. A canção é parte da coletânea Love to Love You Donna, trabalho que será oficialmente lançado no dia 22 de Outubro e presta uma homenagem à cantora, morta no último ano em decorrência de um câncer no pulmão. Além do Chromeo, Hot Chip e o velho colaborador de Summer, Giorgio Moroder, garantem alguns remixes.

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Donna Summer – Love Is In Control (Chromeo & Oliver Remix)

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Disco: “Random Access Memories”, Daft Punk

Daft Punk
French/Electronic/Disco
http://www.daftpunk.com/

 

Por: Cleber Facchi

Daft Punk

Depois de libertar sua mente sobre o conceito de harmonia e da música estar correta, você pode fazer o que quiser. Então, ninguém me disse o que fazer, e não havia nenhum preconceito sobre o que fazer”. A frase do produtor italiano Giorgio Moroder no interior da música que leva seu nome parece representar com exatidão tudo aquilo que Thomas Bangalter e Guy-Manuel de Homem-Christo viveram nos últimos 20 anos. Passada a construção do cenário que apresentou o Daft Punk com Homework (1997), o ápice inventivo e o “conceito de harmonia” em Discovery (2001), além do reaproveitamento de ideias em Human After All (2005), o duo francês alcança o quarto registro em estúdio com um simples objetivo: se livrar dos próprios preceitos e experimentar.

Talvez estranho em uma primeira audição, Random Access Memories (2013, Columbia) parece desprezar tudo aquilo que a dupla construiu nas últimas duas décadas, retrocedendo de forma nostálgica em um instante que tem início no fim dos anos 1960. Como se em busca de um “recomeço”, a dupla vai de encontro à própria essência, firmando em bases primevas e na relação com veteranos como Nile Rodgers e o próprio Moroder um caminho que inevitavelmente se conecta aos instantes iniciais de Homework. Não se trata mais de fazer música Techno, Dance, House Music ou mesmo o próprio Pop que há tempos acompanha o duo, mas de vistar e compreender melhor a própria origem.

Revelado em doses ao longo dos meses, RAM trouxe na série de documentários The Collaborators pistas sobre o que seria sustentado no decorrer da obra. Ainda que com o lançamento de Get Lucky uma relação inevitável com Discovery tenha sido criada, durante todo o tempo, a dupla – representada por seus convidados – nunca pareceu se distanciar do que é proposto nos mais de 70 minutos do novo disco. Claro que a expectativa criada ao longo de oito anos (desde o último registro em estúdio), somada à divulgação massiva, virais e a individualidade do ouvinte em esperar por um disco que ele quer ouvir, em poucos instantes virou como um balde de água fria para boa parte do público. Os indignados – à exemplo do que aconteceu com Justin Timberlake e The Knife -, não pouparam em despejar o rancor pela internet e redes sociais, entretanto, quem cedeu tempo ao tempo que o álbum exige encontrou em Random Access Memories um novo universo para o que parecia estático na obra do Daft Punk.

Do momento em que as harmonias crescentes de Give life back to music têm início, torna-se mais do que claro que os rumos da dupla são outros. Esqueça a exaltação de Rollin’ & Scratchin’, One More Time, Technologic ou qualquer projeto anterior ao presente disco. Existe um novo propósito nas mentes de Bangalter e Homem-Christo, um esforço menos sintético, como se a premissa dos robôs que ganham vida (algo discutido durante todo o último disco) finalmente fosse posta em prática. Dessa forma, o entendimento de um “álbum tocado” entra em prática, com a dupla (e seus colaboradores) preenchendo cada etapa do registro com um detalhismo convincente, feito para ser apreciado com parcimônia e em excesso.

Assim como aconteceu com o Chromatics em Kill For Love (2012), RAM é um trabalho que visita o passado com curiosidade. Contrariando a ordem desse tipo de obra, o Daft Punk não faz do novo disco mais um exercício de “nostalgia não vivenciada”, mas um resgate coeso do que foi proclamado há três ou mais décadas. Mesmo que a escolha por instrumentos analógicos e todo um refinamento empoeirado sirva para aproximar a dupla da tão almejada essência, é no detalhismo de Touch, The game of love e Fragments of time que essa vontade se torna evidente. Há quem defenda que o álbum seja apenas um amontoado copioso de ideias – o que não deixa de ser verdade. Porém, depois de passar as últimas duas décadas sendo copiados por uma infinidade de artistas, nada mais justo para o duo do que mostrar ao público (e os pupilos) a própria inspiração. Continue reading

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Daft Punk: “Random Access Memories | The Collaborators: DJ Falcon”

Daft Punk

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Depois de Giorgio Moroder, Todd Edwards, Nile Rodgers, Pharrell Williams, Panda Bear e Chilly Gonzales, chega a hora de mergulhar no começo da carreira do Daft Punk com a entrevista de Stéphane Quême, o DJ Falcon. Colaborador da dupla desde o primeiro álbum, o produtor francês resgata aspectos esquecidos do que foi estabelecido em Homework (1997), fala sobre o crescimento dos parceiros, maturidade, além de entregar algumas informações extras sobre a inédita Contact, faixa de encerramento de Random Access Memories e canção que conta com a presença de Quême. Seguindo com nosso mini especial, resgatamos o clássico Interstella 5555, longa de animação que funciona com a trilha sonora de Discovery (2001).

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Daft Punk | Random Access Memories | The Collaborators: DJ Falcon

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Daft Punk – Interstella 5555

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Daft Punk

No dia 31 de Maio acontece a festa de lançamento oficial de Random Access Memories no Brasil, Roulé. O evento que é produzido pela Brazilian Disco Club e Daft Punk Brasil conta com o apoio da Sony Music, o que deve garantir algumas novidades para quem for ao evento. Em breve teremos outras novidades aqui pelo Miojo Indie, por enquanto, todas as informações você encontra aqui: http://on.fb.me/17kag98

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Daft Punk: “Random Access Memories | The Collaborators: Nile Rodgers”

Daft Punk

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Depois de Giorgio Moroder reviver a história da música eletrônica/dance, Todd Edwards relatar os diferentes métodos de produção da dupla, chega a vez do veterano Nile Rodgers discutir sobre a presença da música disco no mais novo trabalho do Daft Punk, Random Access Memories. Terceiro capítulo da série que vem desvendando o quarto registro em estúdio da dupla, The Collaborators, o registro de 12 minutos passeia pela produção musical da década de 1970, mais uma das inúmeras referências que devem alimentar o trabalho da “banda”, previsto para 21 de Maio. Assim como os entrevistados anteriores já haviam relatado, o novo álbum deve se distanciar da eletrônica sintética, aproximando o Daft Punk de um som orgânico, ou de uma música “eletrônica tocada”. Expectativa subindo.

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Daft Punk – Random Access Memories | The Collaborators: Nile Rodgers

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Daft Punk: “Random Access Memories | The Collaborators: Giorgio Moroder”

Daft Punk

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Random Access Memories tem tudo para se transformar em um dos melhores discos de 2013 – mesmo que ele não seja bom. Distribuído em pequenas doses – cartazes no SXSW, anúncios em intervalos de TV e vazamentos falsos pela internet -, o quarto registro em estúdio da dupla Daft Punk conta agora com mais um novo e bem sucedido aliado: pequenos documentários. Dividido em capítulos, o registro visual traz no primeiro bloco ninguém menos do que um dos responsáveis pelas maiores transformações na eletrônica e na música pop desde o fim dos anos 60: Giorgio Moroder. Produtor convidado para o novo álbum da dupla, Moroder praticamente reconstrói sua carreira até revelar pontos importantes do novo disco do duo francês, conseguindo em poucos minutos arrepiar com seus depoimentos. Essencial.

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[youtube http://www.youtube.com/watch?v=eYDvxo-M0OQ?rel=0]
Daft Punk – Random Access Memories | The Collaborators: Giorgio Moroder

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