Tag Archives: Indie Rock

Will Butler: “Take My Side”

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Com o encerramento da turnê de Reflektor (2013), último álbum do Arcade Fire, os integrantes do grupo canadense devem aproveitar o tempo livre para investir nos próprios projetos. Em se tratando de Will Butler, irmão caçula do vocalista Win, mesmo em um ambiente particular, a relação com o coletivo está longe de ser rompida. Em Take My Side, faixa de apresentação do primeiro trabalho solo do músico, Policy (2015), o diálogo com o último invento do grupo de Montreal é bastante nítido.

Guitarras sujas, voz acelerada e versos simples. Em pouco mais de três minutos todos os elementos reforçados em Normal Person, You Already Know e outas faixas rápidas de Reflektor são prontamente recuperados. Arranjos orquestrais? Baroque Pop? Por enquanto, o interesse de Butler é outro. Com distribuição pelo selo Marge Records, Policy conta com lançamento previsto para o dia 10 de março do próximo ano.

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Will Butler – Take My Side

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Jack White: “Parallel” (Dean Fertita Cover)

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O ruidoso cruzamento entre o Rock e Blues apresentado em 1999 por Jack White no primeiro álbum do The White Stripes ainda é a base para os (novos) inventos do compositor. Longe da crueza alcançada no repertório de Blunderbuss (2012), trabalho de estreia em carreira solo, o norte-americano usa da diversidade de formas instaladas em Lazaretto (2014, Third Man) como um objeto de expansão conceitual. Tal qual os dois álbuns lançados pelo The Raconteurs – Broken Boy Soldiers (2006) e Consolers of the Lonely (2008) -, o presente disco é uma viagem por diferentes épocas da música estadunidense sem fugir do presente.

Menos eufórico, mas não menos intenso que o registro passado, Lazaretto é uma obra que cresce dentro dos domínios e fórmulas próprias lançadas por White – o que não quer dizer que ele seja um trabalho redundante. Enquanto o disco entregue há dois anos trouxe no manuseio frio da guitarra um ponto de apoio para as canções, hoje o músico vai além. Pianos, violões e bateria abrangente distanciam o álbum do ar “garageiro” de outrora, movimentando a construção de uma obra essencialmente orgânica em suas imposições. Leia a resenha completa.

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Ouça agora a versão de Parallel, a versão de Jack White para o trabalho do parceiro de banda Dean Fertita. Lançada em 1999 sob o título de Hello=Fire, a canção aparece agora como B-Side do single Would You Fight For My Love?. Em turnê com o álbum Lazaretto (2014), Jack White é uma das principais atrações do Lollapalooza Brasil 2015.

Jack White – Parallel (Dean Fertita Cover)

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Disco: “Seeds”, TV On The Radio

TV On The Radio
Indie Rock/Alternative
http://www.tvontheradioband.com/

Por: Cleber Facchi

Passado o lançamento de Dear Science, seguido do hiato breve que silenciou a banda em 2009, não é difícil imaginar que grande questionamento perturbava os integrantes do TV On The Radio: “para onde vamos agora?”. Em uma sequência crescente de obras cada vez mais complexas e ainda acessíveis ao público, o grupo nova-iorquino parecia ter alcançado o último estágio do exercício iniciado no debut Desperate Youth, Blood Thirsty Babes (2002), explorando toda e qualquer lacuna criativa dentro do próprio trabalho.

Mesmo sem uma direção definida e hoje sobrevivendo da constante reciclagem dos próprios conceitos, em Seeds (2014, Harvest) a banda mostra que está longe de parecer acomodada. A julgar pelas batidas rápidas e ritmo frenético imposto em grande parte das canções, é possível afirmar que o grupo corre desperto, sem tempo para descanso. O destino ainda parece incerto, mas o material apresentado ao longo do percurso agrada com naturalidade.

Em uma manobra sutil, o quarteto resume no próprio título da obra – em português, “sementes” – o explícito desejo de renovação. Semeando novas referências e preparando o terreno para os futuros lançamentos, cada música apresentado no decorrer do disco se transforma em um nítido ato de experimento. Não por acaso, Seeds é o disco em que a banda mais se afasta do som consolidado em Return to Cookie Mountain (2006) e estendido até Nine Types of Light (2011), último trabalho antes da morte de Gerard Smith, baixista do grupo.

Com experimental Quartz instalada na abertura do disco, uma estranha sensação de conforto invade a mente do ouvinte. Mais uma vez somos convidados a explorar o ambiente particular do TV On The Radio. Mesmo que tal percepção seja mantida no decorrer do registro, ao atravessar os arranjos sorumbáticos de Careful You – um híbrido de Will Do e You, do álbum anterior – e bater nas guitarras de Could You, a direção do coletivo muda bruscamente. Continue reading

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Disco: “Rock’n’Roll Sugar Darling”, Thiago Pethit

Thiago Pethit
Indie/Pop/Rock
http://www.thiagopethit.com/

Por: Cleber Facchi

Mesmo breve, a participação do ator Joe Dallesandro parece ser a chave para o universo explorado no terceiro registro solo de Thiago Pethit, Rock’n’Roll Sugar Darling (2014, Independente). Um dos ícones do cinema (underground) norte-americano na década de 1970, o queridinho de Andy Warhol assume uma função talvez maior do que simplesmente interpretar os versos que inauguram o trabalho. Símbolo de uma época marcada pelos excessos, liberdade sexual, glamour e drogas, Dallesandro é a imagem escolhida pelo cantor para representar todo o contexto e vasto acervo de referências interpretadas ao longo da obra.

Cada vez mais distante do som brando incorporado em Berlim, Texas, de 2010, Pethit resume na urgência das novas canções a completa essência do presente álbum. Entre referências diretas e adaptações sutis, Lou Reed, David Bowie e outros veteranos do Rock maquiado dos anos 1970 não demoram a ocupar os diferentes atos de euforia do registro. Difícil ouvir Quero Ser Seu Cão e não interpretar a crueza do paulistano como um diálogo aberto com o clássico I Wanna Be Your Dog, de Iggy Pop.

Mergulhado em canções noturnas, sempre lascivas, Pethit depende apenas do refrão encaixado na faixa de abertura da obra para seduzir e conduzir o ouvinte. Como um convite perverso, difícil de ser ignorado, o verso explode: “Doce como açúcar, na sua boca / Vem chupar meu Rock’n’roll“. A postura direta, por vezes exagerada – “Se queria matar ou se queria meter” -, é a fagulha para a sequência de explosões que movimentam todo esforço do músico pelo trabalho.

Em uma evidente continuação e completo domínio do material apresentado em Estrela Decadente, de 2012, Pethit passeia pelo novo álbum esbanjando conforto e liberdade. Enquanto os versos disparam confissões sujas, desilusões amorosas e doses consideráveis de luxúria, em se tratando dos arranjos, a inquietação planejada pelos produtores Adriano Cintra e Alexandre Kassin é ainda maior. De um lado, o som elétrico e naturalmente dançante do ex-CSS, no outro, a flexibilidade de Kassin, parceiro de Pethit desde o álbum anterior. Continue reading

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Disco: “Holger”, Holger

Holger
Indie/Alternative/Tropical
http://www.holger.com.br/

Por: Cleber Facchi

Pouco parece ter sobrevivido da euforia gerada em Sunga (2010) e excessos concentrados no cenário tropical de Ilhabela (2012). Seguindo a lógica inaugurada em The Green Valley EP, de 2008, a banda paulistana Holger alcança o terceiro álbum de estúdio investindo com naturalidade em um som transformado e hoje parcialmente melancólico. Na contramão dos dois trabalhos que o antecedem – uma possível trilha para o final de semana -, a peça autointitulada aos poucos mergulha o coletivo em um ambiente sóbrio, como o cenário típico de uma segunda-feira.

Obra de transição ou possível retrato do amadurecimento de cada integrante, o novo disco flui como uma natural representação das recentes transformações dentro da própria estrutura da banda. Com a saída de Arthur Britto – baterista que deixou o grupo para estudar nos Estados Unidos -, cabe ao quarteto Bernardo Rolla, Marcelo Altenfelder “Pata”, Pedro Bruno “Pepe” e Marcelo Vogelaar “Tché” assumir a total responsabilidade pelo trabalho, ocupando as pequenas lacunas deixadas pelo parceiro.

A interferência das batidas e bases de percussão pode ser menor, porém, a julgar pelas letras dissolvidos pela obra, explícito é o crescimento do grupo. Versos confessionais em Café Preto, desilusões amorosas ao longo de Boca Suja, reflexões tímidas espalhadas por toda Monolito. Quem esperava por uma possível continuação dos temas festivos de Let’em Shine Below e Tonificando vai esbarrar apenas em composições banhadas pelo recolhimento. Da abertura ponderada que direciona Trapaça ao manuseio econômico dos arranjos em Tão Legal, são justamente essas amarguras, fragmentos cotidianos e sentimentos tão comuns que despertam a atenção do ouvinte.

Mesmo que exista um maior “recolhimento” por parte do grupo, difícil encarar o presente disco como uma obra essencialmente triste ou talvez arrastada. Basta se concentrar no cômico caso de amor que orienta os versos de Jurema – a faixa mais “Novos Baianos” já laçada pela banda -, ou mesmo o descompromisso que rege Cama Dura e Preguiça – esta última, um novo diálogo do quarteto com a Axé Music dos anos 1990. Entre instantes breves de melancolia, o Holger ainda continua tão divertido e jovial quanto nos primeiros discos. Continue reading

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Disco: “…And Star Power”, Foxygen

Foxygen
Psychedelic/Indie/Rock
http://foxygentheband.com/

Por: Cleber Facchi

A julgar pelos conceitos incorporados desde a estreia do Foxygen com Take the Kids Off Broadway, de 2012, Sam France e Jonathan Rado encontraram no rock dos anos 1960 a base para um exercício de ambientação. Diferente de outros grupos recentes, caso de MGMT, Temples ou mesmo da gigante Tame Impala, o duo californiano pouco se interessa em adaptar o som letárgico incorporado há mais de quatro décadas. Pelo contrário, cada novo registro se transforma em uma obra de transposição.

Ponto alto dessa viagem nostálgica foi a passagem por We Are the 21st Century Ambassadors of Peace & Magic (2013), álbum que não apenas transportou a dupla norte-americana para o fim dos anos 1960, como ainda carregou o próprio ouvinte. Vocalizações suaves, versos marcados pela confissão, LSD e um passeio quase documental pelo “Verão do Amor”. Não fosse o anúncio da gravadora e a já conhecida identidade da banda, talvez o segundo álbum da Foxygen passasse despercebido como uma peça esquecida de 1967.

Em uma estrutura quase linear, como um passeio pela linha do tempo do rock clássico, France e Rado mergulham agora na década de 1970. Típico retrato do período em que busca inspiração, …And Star Power (2014, Jagjaguwar) abafa a suavidade do antecessor em meio a guitarras distorcidas, versos adornados pela crueza e declarados abusos lisérgicos. São 24 músicas inéditas, 82 minutos de duração e uma representação quase caricatural do cenário musical pré-Punk.

Misto de sátira e homenagem, cada música do registro se articula como a representação de uma vertente, cena ou sonoridade específica. Há um pouco de Pink Floyd nas harmonias de Cosmic Vibrations ou mesmo nos quatro atos de Star Power Suite; Lou Reed e David Bowie no pop experimental de I Don’t Have Anything/The Gate; Brooklyn Police Station soa como uma canção suja de Iggy Pop e até a dupla Suicide rasga temporariamente o disco na curtinha Hot Summer. Como dito, desenvolver um “som novo” nunca foi o propósito do Foxygen. Continue reading

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Disco: “Mountain Tops”, Câmera

Câmera
Indie/Alternative/Post-Rock
http://www.cameracamera.net/

Por: Cleber Facchi

Guitarras tecidas delicadamente, vocal sutil e bateria encaixada com precisão. De fato, não é difícil se perder pelas melodias e arranjos hipnóticos de Mountain Tops (2014, Balaclava). Álbum de estreia da banda mineira Câmara, o brando registro cresce como nítida sequência ao trabalho iniciado pelo grupo com os primeiros EPs, Invisible Houses e Not Tourist, ambos de 2011. Uma coleção melancólica de texturas instrumentais, sussurros românticos e composições que refletem acolhimento.

Mesclando timidez e descoberta, o grupo formado por André Travassos, Bruno Faleiro, Matheus Fleming e Henrique Cunha resume logo em Random, instrumental faixa de abertura, toda a estrutura que rege o disco. Aqui não há pressa, exagero ou qualquer traço de grandiosidade. Em um ambiente sereno e convidativo, guitarras abrem espaço para os vocais, ruídos encontram conforto ao fundo das batidas e confissões são detalhadas lentamente. Se Mountain Tops é um lugar, como o título e a capa do trabalho indicam, cada faixa funciona como uma minuciosa descrição desse cenário.

Embora íntimo do mesmo arsenal de referências e temas compactos explorados nos dois primeiros EPs, basta um rápido mergulho em faixas como Lost Cause, I Surrender! e Hypnosis para perceber a nova sonoridade incorporada pelo quarteto. Salve exceções, caso da enérgica Time Will em Invisible Houses, grande parte do acervo inicial do grupo parecia sufocar pelo controle abusivo dos instrumentos e vozes, implodindo em meio a atos atmosféricos quase claustrofóbicos. A julgar pelo abrigo criado em House of the Holy Sins, talvez a banda estivesse mesmo em busca de isolamento.

Amplo, Mountain Tops revela o oposto. Ainda que a serenidade ocupe e oriente cada instante do registro, vozes limpas, solos ascendentes e toda uma variedade de experimentos se espalham de forma curiosa, ocupando a mente do espectador. Os limites ainda são evidentes, porém, uma vez dentro do espaço montado para o disco, sobram montanhas, corredeiras e campos imensos a serem explorados. Com leveza, um fino traço de identidade começa a se formar, reduzindo a herança de grupos como Slint, Mogwai e Pavement a um espaço meramente referencial. Continue reading

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Parkay Quarts: “Content Nausea”

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O lançamento de Uncast Shadow Of A Southern Myth em meados de outubro parecia servir como convincente aviso: em 2014 os membros do Parquet Courts não vão ficariam satisfeitos em apresentar apenas Sunbathing Animal. Abertura para o novo projeto paralelo do coletivo, o Parkay Quarts, a canção também é uma das 12 faixas que abastecem o recém-lançado Content Nausea (2014), uma espécie de catálogo de sobras e aparente desconstrução conceitual do último álbum dos nova-iorquinos.

Com distribuição pelo selo What’s Your Rupture?, o trabalho já pode ser apreciado na íntegra pelo soundcloud e, também, no player abaixo. Próximo e ao mesmo tempo distante do disco apresentado há poucos meses, o atual projeto mostra que a banda continua imersa entre os anos 1970 e 1980, revisitando elementos do pós-punk, a base do rock alternativo e outras referências alheias aos temas comerciais da época.

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Parkay Quarts – Content Nausea

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Disco: “Crucificados Pelo Sistema Bruto”, Charme Chulo

Charme Chulo
Indie/Rock/Alternative
http://charmechulo.com.br/

Por: Cleber Facchi

O som da viola caipira, personagens e paisagens bucólicas, um olhar detalhista (e cômico) sobre a vida no campo. Do universo temático que apresentou a banda curitibana Charme Chulo em 2007, pouco parece ter sobrevivido. Dentro de Crucificados Pelo Sistema Bruto (2014, Independente), terceiro álbum de estúdio do grupo paranaense, apenas solos de guitarra, correria, estrada e paisagens urbanas vistas da janela de um caminhão. Um espaço cinza, distante do mágico panorama esverdeado dos primeiros registros, mas que clama pelo “êxodo urbano”, vide a declarada É Que Às Vezes (Melhor É Morar na Fazenda).

Em um exercício nostálgico e atual, Igor Filus (voz), Leandro Delmonico (guitarra, viola caipira, vocais), Hudson Antunes (baixo) e Douglas Vicente (bateria) fazem do presente disco uma adaptação urbana (não intencional) de tudo aquilo que a banda trouxe como marca nos primeiros álbuns. Os filmes de Mazzaropi, o pós-punk de grupos como The Smiths e até mesmo o contraste entre o romantismo, de Chitãozinho & Xororó, com o punk rock, do Ratos de Porão – o próprio nome do disco é uma brincadeira com os clássicos Crucificados Pelo Sistema (1984), da banda paulistana e Sistema Bruto da dupla sertaneja.

Mesmo extenso – são 20 composições divididas em dois discos -, CPSB curiosamente ecoa de forma muito mais dinâmica e “comercial” em relação ao trabalho anterior da banda, Nova Onda Caipira (2009). Livre de um apelo conceitual como o título e determinadas faixas possam indicar, o grupo interpreta cada música como um ato isolado, a ser explorado sob maior “descompromisso” pelo espectador. Travessias por qualquer centro urbano (Novos Ricos), personagens (Meu Peito É Um Caminhão Desgovernado) e confissões (Palhaço de Rodeio): cada peça do álbum nasce como um leve crônica musicada.

Entre fragmentos autônomos e peças aleatória do imenso quebra-cabeça que sustenta o disco, basta uma audição atenta para isolar os dois atos específicos que movimentam a banda em CPSB. Partindo de Palhaço de Rodeio até a derradeira Caipirinha, no primeiro álbum, enquanto os arranjos de Delmonico abraçam (com leveza) o experimento – vide o funk em Ninguém Mandou Nascer Jacu -, a lírica assinada em parceria com Filus se entrega ao tom satírico. Do sertanejo universitário em Bruta Alegria - “Ô Ô ô Ô Aê Aê Êa” – aos versos de duplo sentido em Fuzarca – “mas tudo por você” / “masturbo por você” -, cada suspiro (lírico ou vocal) reflete uma proposta essencialmente bem-humorada. Continue reading

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PCPC: “Fell Into The Wrong Crowd” (Parquet Courts & PC Worship)

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Se você acompanha o trabalho do Parquet Courts, não faltam motivos para celebrar. Como se não bastasse ao grupo a construção de um dos grandes discos de 2014, Sunbathing Animal, há poucas semanas os integrantes da banda nova-iorquina anunciaram o lançamento de um novo projeto paralelo, o Parkay Quarts, transformando a insana Uncast Shadow Of A Southern Myth em aperitivo para o trabalho de inéditas Content Nausea (2014).

Acha pouco? Tudo bem, o grupo ainda reserva algumas “surpresas” para os ouvintes. Além da série de novas composições apresentadas com a “banda gêmea”, os integrantes do Parquet Courts acabam de formar um novo projeto. Trata-se do PCPC, projeto colaborativo que ainda conta com a presença de membros do PC Worship. Como apresentação para o “supergrupo”, ouça a extensa (e estranha) Fell Into The Wrong Crowd.

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PCPC – Fell Into The Wrong Crowd (Parquet Courts + PC Worship)

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