Tag Archives: Majical Cloudz

Majical Cloudz: “Your Eyes”

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Em atuação desde o fim da última década, autor de faixas em parceria com Grimes e boas composições avulsas, Devon Welsh só apareceu de fato para o grande público no último ano, durante o lançamento de Impersonator (2013). Mais recente trabalho em estúdio do músico canadense à frente do Majical Cloudz – projeto dividido com Matthew Otto -, o álbum parece ser a direção para o som e sentimentos incorporados por músico.

Como já havia revelado em Savage, composição entregue no fechamento de 2013, Welsh e o parceiro continuam acomodados no mesmo ambiente minimalista e sofredor do último disco, estímulo para a recém-lançada Your Eyes. Tão confessional e melancólica quanto os recentes versos do compositor, a nova faixa sufoca imediatamente o ouvinte. Quatro minutos em que sentimentos amargos, declarações e arranjos sujos são costurados aos vocais fortes do vocalista. Apresentada no soundlcoud da banda, a música alimenta as expectativas de um novo disco de inéditas em 2015.

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Majical Cloudz – Your Eyes

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Disco: “Bermuda Waterfall”, Sean Nicholas Savage

Sean Nicholas Savage
Indie/Lo-Fi/Alternative
http://www.seannicholassavage.com/

Por: Cleber Facchi

Sean Nicholas Savage

Mesmo dono de um rico catálogo de faixas avulsas e registros completos lançadas de forma “artesanal” desde a última década, Sean Nicholas Savage só foi apresentado “oficialmente” há pouquíssimos meses. Acolhido pelo selo Arbutus Records – o mesmo de Grimes, Majical Cloudz e outros nomes transformadores da cena canadense -, o dramático artista de Montreal fez de Other Life (2013) uma obra de mudança, eliminando parte do aspecto amador dos primeiros discos para soar acessível, tendência seguida com acerto em Bermuda Waterfall (2014, Arbutus), novo trabalho do cantor.

Distante do aspecto “comercial” do álbum de 2013, Savage pula as melodias semi-detalhistas de faixas como More Than I Love Myself e She Looks Like You para resgatar o toque econômico dos primeiros discos. Guiado em essência pelo uso da voz sofrida do cantor – entregue de forma duplicada, emulado os sons ecoados de um sintetizador -, o novo álbum se revela como (mais) um passeio perturbado pela temática da separação. Uma repetição honesta da fórmula assinada pelo canadense, que volta a se converter na matéria-prima do trabalho.

Longe de solucionar um álbum transgressor ou focado em estabelecer regras próprias dentro da cena recente, Savage usa do registro como uma obra que precisa apenas existir. Da mesma forma que os primeiros discos, caso de Spread Free Like A Butterfly (2009) e Movin Up In Society (2010) – todos disponíveis no site do cantor -, Bermuda Waterfall é uma simples manifestação do sofrimento acumulado de seu criador. Uma espécie de terapia particular e ao mesmo tempo compartilhada, experiência que possibilita ao músico registrar, expor e solucionar a própria depressão.

Dos vocais tímidos ao uso econômico dos arranjos, o ambiente arquitetado para o disco não assume tal enquadramento de forma aleatória. Como bem revela nas confissões de Darkness e Please Set Me Free, Bermuda Waterfall é um disco totalmente abastecido pelas experiências do cantor e dedicado ao próprio. Guiado pelo egoísmo, o músico fornece ao ouvinte um conjunto de canções específicas, faixas tratadas dentro de uma temática efêmera e que podem (ou não) serem absorvidas pelo espectador. Viver o “personagem” triste de Sean Nicholas Savage e a saga construída ao longo de cada disco é uma escolha do ouvinte – como se transformar no protagonista de um livro, filme ou qualquer outra mídia. Continue reading

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Majical Cloudz: “Savage”

Majical Cloudz

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Segundo registro em estúdio da dupla canadense Majical Cloudz, Impersonator, infelizmente, acabou de fora da nossa lista dos 50 Melhores Discos Internacionais de 2013. Todavia, a composição melancólica que rege a obra, bem como os arranjos minimalistas assinados por Devon Welsh tornam o disco um trabalho que merece ser visitado – diversas vezes. A boa forma do registro vai além de suas faixas, algo que Savage, mais novo single da banda, trouxe como uma natural continuação do disco. Conduzida pelo manuseio dos teclados e a voz presente de Welsh, a canção garante ao ouvinte pouco mais de três minutos de puro sofrimento, sustentando nas memórias recentes de seu criador um estágio constante de amor e desespero. Contando com a direção do próprio músico, a canção aparece agora transformada em clipe, que com apenas um caderno e uma caneta reforça todo o sentimento em torno da canção.

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Majical Cloudz – Savage

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Majical Cloudz: “Savage”

Majical Cloudz

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Devon Welsh e Matthew Otto parecem pouco interessados em se distanciar da zona de conforto imposta no amargo Impersonator (2013), segunda e mais recente obra do Majical Cloudz. Exemplo atento disso está na construção de Savage, novo single da dupla e canção que bem poderia alimentar o ambiente doloroso encontrado pelos norte-americanos no jogo de lembranças sombrias que rege liricamente toda a obra. Arquitetada dentro da estética tímida de sintetizadores e a completa ausência de percussão, a nova faixa traduz nos sentimentos e vozes de Welsh todo o princípio do duo, que mais uma vez arrasta o ouvinte para um cenário de pós-relacionamento completamente destruído pela saudade e todas as demais sensações (ruins) que a definem. Lançada apenas em formato digital, a canção mais parece um complemento ao disco, um dos melhores do ano.

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Majical Cloudz – Savage

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Majical Cloudz: “Childhood’s End” (CFCF Remix)

Majical Cloudz

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Na lista dos grandes lançamentos de 2013, Childhood’s End do Majical Cloudz trouxe a melancolia da banda canadense a um novo patamar. É como se toda a melancolia de Devon Welsh fosse concentrada em uma só composição, resultado expandido por conta dos bem empregados vocais. Agora a faixa, uma das composições que alimentam o álbum Impersonator, aparece levemente reformulada, completa pelos teclados do conterrâneo de Welsh, Michael Silver, do CFCF. Utilizando da mesma carga de sintetizadores empregados em Outside, o músico mantém a mesma condução da faixa original, garantindo formas, músculos e toda uma nova arquitetura capaz de ampliar o sentimento amargo que se derrama sobre ela.

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Majical Cloudz – Childhood’s End (CFCF Remix)

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Majical Cloudz: “Bugs Don’t Buzz”

Majical Cloudz

O diretor Gordon Von Steiner conseguiu aproximar o espectador do estranho e doloroso cenário que rodeia a obra recente de Majical Cloudz. Conceitualmente simples em alguns aspectos, porém, de plena representação dolorosa, o vídeo montado para Bugs Don’t Buzz traz um cenário consumido pelos insetos, chamas, natureza e o renascimento do próprio homem. Recheado por imagens de efeito metafórico, planos visuais que lidam com a morte e a vida em um mesmo aspecto de proximidade, o trabalho fundamenta um ponto expressivo na natureza de Impressionator (2013), segundo e mais novo lançamento da banda de Devon Welsh, um registro que se ergue de forma macambúzia como uma coletânea de temas perfumados pela dor.

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Majical Cloudz – Bugs Don’t Buzz

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Disco: “Impersonator”, Majical Cloudz

Majical Cloudz
Indie/Alternative/Singer-Songwriter
https://www.facebook.com/MajicalCloudz

 

Por: Cleber Facchi

Majical Cloudz

Lançado há quase dois anos, II (2011), registro de estreia do Majical Cloudz passou praticamente despercebido pelo público e imprensa. Ouvintes que talvez (com razão) não tiveram tempo e expectativas para o minimalismo sofredor que angustiava a obra do canadense Devon Welsh. Nítido projeto de descoberta, cada instante das 15 composições que abastecem o disco revelam uma singularidade no argumento do compositor, que ao transportar aspectos demasiado particulares de seu próprio sofrimento parecia se isolar em um mundo lírico de forte apelo claustrofóbico e difícil aproximação.

O registro, entretanto, acabou chamando a atenção de alguns ouvintes, produtores e outros artistas como a própria Grimes, que acabou convidando o conterrâneo para colaborar com construção de Nightmusic, uma das faixas que recheiam o bem estabelecido Visions (2012). Mais do que isso, com o lançamento de II Welsh atraiu os ouvidos do tecladista e produtor Matthew Otto, parceiro do músico e o grande responsável pelos rumos que a (agora) banda assumiu em meados do último ano. Assim, a partir de Turns Turns Turns EP, lançado em dezembro de 2012 o Majical Cloudz deixou de ser um produto individual da mente de Devon para assumir um propósito – ainda que controlado – de coletivo.

Mesmo que os rumos sejam outros, ao pisar no terreno doloroso de Impersonator (2013, Matador), cada verso exposto na obra se aproxima diretamente da melancolia individual de seu realizador. A diferença está no fato de que Welsh parece livre de termos próprios, tratando de elementos marcados pela depressão como canções de acesso universal, capazes de atrair os mais diversos públicos. Dessa forma, o novo álbum atende uma necessidade típica de qualquer registro que esteja naturalmente sustentado na dor, fragmentando versos e sons dentro de uma medida que parece manifestar liricamente o universo do próprio ouvinte.


Como parecia anunciado na construção do último EP, o novo álbum trata dos vocais do canadense como o principal elemento sonoro de toda a obra. Tão logo a faixa-título tem início, são as vozes de Welsh que chamam a atenção e prendem o ouvinte, resumindo um nivelamento que delimita com propriedade cada música do disco. Dançando em uma medida que vai de Ian Curtis à Matt Berninger, o cantor foge à regra, carregado na dramaticidade um elemento fundamental para que Childhood’’s End, Bugs Don’’t Buzz e outras faixas extremamente dolorosas da obra cresçam com primor. É quase possível afirmar que se trilhasse a obra solitário, a capella e desprovido de instrumentos, a voz de Devon teria peso suficiente para alimentar a obra e impressionar. Continue reading

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Miojo Indie Mixtape “Slowly” Edition

Miojo Indie Mixtape Slowly Edition

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Calma. Depois da overdose de sons dançantes e canções mergulhadas na música folk de nossa mixtape dupla – Synthetic & Organic edition -, desaceleramos um pouco para apresentar nossa mais nova coletânea: Slowly Edition. Temperado por 12 canções que passeiam entre a eletrônica, ambient music, Trip-Hop, experimental e R&B, o trabalho tem como único propósito a calmaria, o jogo amigável dos sons e uma carga leve de erotismo. Diferente da última mixtape, a maioria dos artistas selecionados são iniciantes, alguns ainda nem tiveram o primeiro disco lançado, ou seja, mais um bom motivo para prestar a atenção pelos próximos meses. Abaixo o link para download e no final do post o player para escutar sem precisar baixar. Ouça e relaxe.

DOWNLOAD

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#01. Twigs – How’s That

Ao final de 2012, a britânica Twigs foi apresentada como uma das apostas para o novo ano. Graças ao trabalho realizado em faixas como Breathe e outras três composições pinçadas do primeiro EP da artista, a cantora/produtora inglesa deu vida a um dos melhores exemplares do Trip-Hop em anos. Sem se ausentar do cenário estabelecido há alguns meses, How’s That marca o retorno da artista, que ainda mais ciente das transformações dentro da própria música, deixa fluir um exemplar de pura experimentação e delírios eróticos. Ainda que essencialmente melancólica, a letargia sedutora que se aproveita da faixa empurra o trabalho para outra direção, efeito ampliado no clipe desconcertante e suave que decide os rumos da faixa.

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#02. Jenny Hval – Mephisto In The Water

Jenny Hval

Misture as sutilezas vocais de Joanna Newsom, a esquizofrenia de Laurel Halo e o clima etéreo que banha os trabalhos de Julia Holter e você tem em mãos a mágica Mephisto In The Water. Aquecimento para o que a novata Jenny Hval deve concluir (ou iniciar) com o lançamento de Innocence Is Kinky, a canção transforma os vocais da norueguesa em um instrumento poderosíssimo. Sempre acomodada em um universo de exaltações instrumentais confortáveis, a artista raspa vez ou outra nos experimentos que decidem tanto o trabalho de Juliana Barwick como em menor escala Holy Herndon e todo o ambiente complexo de Movement (2011).

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#03. Giraffage X DWNTWN X Jhameel – Move Me

Giraffage

Desde o lançamento do ótimo The Human Condition, em 2011, o norte-americano Jahmeel parecia distante de apresentar alguma nova composição ou mínima novidade ao público. Para quem sentia falta do artista, uma parceria com DWNTWN e ninguém menos do que o queridinho Giraffage deixa crescer uma das canções mais adoráveis de 2013. Intitulada Move Me, a nova faixa dança pela dobradinha de vocais assinados pelo casal, tudo isso enquanto os beats cuidadosos do californiano se esparramam em uma medida erótica e envolvente. A canção foi lançada com exclusividade como parte da coletânea Kitsuné America 2 e por enquanto não deve figurar oficialmente em um novo trabalho de nenhum dos artista integrantes do projeto.

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#04. Opala – Two Moons

Opala

Quando Marcela Vale (Mahmundi) veio contar há alguns meses que estava trabalhando com Maria Luiza Jobim e velho colaborador Lucas de Paiva (People I Know) em um novo projeto, o hoje intitulado Opala parecia ser apenas um agrupado de ideias e faixas caseiras. De posse do primeiro exemplar, Two Moons, a encantadora parceria se revela como mais um ponto assertivo na crescente e cada vez mais rica cena musical carioca. Depois de Secchin, Apollo e da própria Mahmundi, chega a hora de mergulhar nos sintetizadores outonais e no clima melancólico da canção, faixa que inaugura o novo projeto com uma sonoridade que flutua entre o Beach House e o que há de mais nostálgico na produção musical da década de 1980.

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#05. Poliça – Tiff (ft. Bon Iver)

Poliça

A relação do grupo Poliça com o guitarrista Michael Noyce do Bon Iver serviu para aproximar a banda de Minneapolis, Minnesota do vocalista/lider Justin Vernon. Depois de uma das estreias mais encantadoras do último ano, Give You The Ghost, a banda volta a reforçar os sons testados no primeiro disco, reforçando a relação com o R&B e dessa vez estreitando os laços com as pequenas particularidades eletrônicas. Dentro dessa proposta nasce Tiff, parceria com Vernon e uma sequência madura daquilo que a banda vinha promovendo no último ano. Próxima dos sons e do clima da década de 1980, a canção dança em um cenário obscuro, alimentando um cenário que parece projetado apenas para que os vocais de Channy Leaneagh se encontrem com os complementos gerados a patir do parceiro.

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#06. SZA – Wings

Sza

SZA representa boa parte do que identifica a música negra atual. São colagens assumidas de sons, gêneros e diferentes conceitos sonoros, eixo que a norte-americana representa tanto na capa colorida de S EP (2013, Independente), como na sonoridade vasta que se derrama ao longo de toda a obra. Construído como uma composição de três atos – uma para cada letra do “nome” da cantora -, o trabalho concentra no primeiro exemplar um resultado abertamente voltado ao etéreo. Enquanto batidas são agrupadas lentamente, os vocais puxam o ouvinte para um universo que mesmo tratado com nostalgia, preza pela novidade. (Resenha)

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#07. Daughter – Get Lucky

Daughter

Com o primeiro registro de estúdio disponível desde o meio de março, a banda britânica Daughter dá sequência ao som compacto que vem desenvolvendo, não com uma composição inédita, mas um inusitado cover. Contrariando o resultado de boa parte dos Mashups e remixes de Get Lucky, o trio inglês acomoda o novo single do Daft Punk em um acolchoado ambiental que dança pela música folk em ecos etéreos de Dream Pop. Nada do baixo suingado, os vocais Pharrell Williams ou todo o clima setentista que conduz a faixa, tudo é reformulado de maneira que estranhamente consegue superar as próprias composições do trio. A canção funciona como um bom aquecimento para quem ainda não ouviu If You Leave, estreia do grupo.

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#08. Say Lou Lou – Fool Of Me (Ft. Chet Faker)

Say Lou Lou

As gêmeas suecas Elektra e Miranda Kilbey parecem interessadas em brincar com a mente do espectador. Duo responsável pelo projeto Say Lou Lou, as irmãs trouxeram em meados de março a sutileza ambiental de Julian, um mero aquecimento para o que se completa agora com o lançamento da acolhedora Fool Of Me. Parceria com o produtor australiano Chet Faker, a canção passeia pela década de 1980, absorvendo aspectos de forte proximidade com o que o Chromatics alcançou no último ano com Kill For Love. Etérea, a canção dança em uma medida doce entre o R&B e o Pop, sustentando o que a dupla deve promover em breve com o lançamento do primeiro álbum.

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#09. Baths – Ironworks

Baths

O tempo trouxe apenas benefícios e maturidade ao trabalho de Will Wiesenfeld. Onde havia luz, o produtor tratou de preencher com trevas, o que era gracioso se transformou em amargura e os encaixes sutis de Cerulean (2010) hoje dão vida ao plano obscuro de Obsidian (2013, Anticon). Segundo registro em estúdio do californiano à frente do Baths, o álbum traz de volta elementos específicos da produção eletrônica da década passada. Uma medida instável de batidas eletrônicas que se fragmentam a todo o instante, sintetizadores derramados em texturas ambientais e vocais que dançam de acordo com a essência ruidosa da obra, tudo enquadrado em um cenário de pleno sofrimento. (Resenha)

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#10. Sean Nicholas Savage – She Looks Like You

Savage

A década de 1980 e aquele típico clima de “música de motel” é resgatado com cuidado e beleza pelo canadense Sean Nicholas Savage. Apoiado em um mar de referências compartilhadas que vão de Twin Shadow até Destroyer, o músico anuncia para o dia 28 de Maio a chegada de Other Life, primeiro registro oficial e uma espécie de coletânea marcada pelo romantismo. Em She Looks Like You o norte-americano deixa fluir o que há de mais doloroso e honesto em sua obra: os sentimentos. Melancólica, a canção traz em sintetizadores compactos o princípio do que Savage deve resumir de forma nostálgica no decorrer do primeiro disco.

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#11. Majical Cloudz – Bugs Don’t Buzz

Majical Cloudz

Impersonator, mais novo registro em estúdio do Majical Cloudz, é um trabalho que desde o princípio foi apresentado como uma das grandes obras de 2013 – mesmo meses antes de seu lançamento. Com pistas sendo reveladas desde o lançamento de Turns Turns Turns EP, no último ano, o mais novo trabalho de Devon Welsh alcança um novo ponto de transformação com a chegada da dolorosíssima Bugs Don’t Buzz. Construída em cima de bases de piano e voz, a canção prossegue com a sensibilidade esbanjada em Childhood’s End, lidando com confissões experimentais em uma medida de som que muito se aproxima de Depeche Mode e outros ícones dos anos 1980. Melancólica, a canção está no registro anunciado para 21 de Maio.

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#12. Braids – Amends

Braids

Assim como no começo da década passada, a produção canadense se apresenta como um dos grandes focos de novidade do cenário musical. Em meio a boa repercussão de nomes como Grimes, Purity Ring, Majical Cloudz e outras centenas de artistas, quem anuncia o retorno são os membros do Braids. Responsável por um dos grandes álbuns de 2011, Native Speaker, o coletivo que conta com os vocais de Raphaelle Standell-Preston (Blue Hawaii) faz da etérea Amends uma continuação experimental e ainda mais delicada de tudo o que o grupo alcançou há dois anos. Sobreposições vocais, batidas moderadas e todo um clima sutil que se esparrama confortavelmente nos mais de seis minutos da nova canção. A canção estará no próximo disco da banda, ainda sem data de lançamento, mas previsto para 2013.

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Majical Cloudz: “Bugs Don’t Buzz”

Majical Cloudz

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Impersonator, mais novo registro em estúdio do Majical Cloudz, é um trabalho que desde o princípio foi apresentado como uma das grandes obras de 2013 – mesmo meses antes de seu lançamento. Com pistas sendo reveladas desde o lançamento de Turns Turns Turns EP, no último ano, o mais novo trabalho de Devon Welsh alcança um novo ponto de transformação com a chegada da dolorosíssima Bugs Don’t Buzz. Construída em cima de bases de piano e voz, a canção prossegue com a sensibilidade esbanjada em Childhood’s End, lidando com confissões experimentais em uma medida de som que muito se aproxima de Depeche Mode e outros ícones dos anos 1980. Melancólica, a canção está no registro anunciado para 21 de Maio.

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Majical Cloudz – Bugs Don’t Buzz

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Braids: “Amends”

Braids

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Assim como no começo da década passada, a produção canadense se apresenta como um dos grandes focos de novidade do cenário musical. Em meio a boa repercussão de nomes como Grimes, Purity Ring, Majical Cloudz e outras centenas de artistas, quem anuncia o retorno são os membros do Braids. Responsável por um dos grandes álbuns de 2011, Native Speaker, o coletivo que conta com os vocais de Raphaelle Standell-Preston (Blue Hawaii) faz da etérea Amends uma continuação experimental e ainda mais delicada de tudo o que o grupo alcançou há dois anos. Sobreposições vocais, batidas moderadas e todo um clima sutil que se esparrama confortavelmente nos mais de seis minutos da nova canção. A canção estará no próximo disco da banda, ainda sem data de lançamento, mas previsto para 2013.

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Braids – Amends

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