Tag Archives: XXX

Danny Brown: “25 Bucks” (ft. Purity Ring)

Purity Ring

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De todos os trabalhos lançados no último ano, Old do rapper Danny Brown é um dos que parecem evoluir a cada nova audição. Dividido em dois atos bem projetados, o registro absorve desde composições intensas, típicas do repertório lançado em XXX, de 2011, até canções banhadas pela leveza dos arranjos e rimas. Uma sonoridade tratada de forma coesa no interior de 25 Bucks, parceria entre o rapper e o duo canadense Purity Ring.

Enquanto as batidas lançadas por Corin Roddick crescem em uma atmosfera minimalista e etérea, Brown tenta encontrar equilíbrio em um espaço que rompe com a aceleração de suas criações. Mediando a fluidez do rapper, Megan James, uma das metades do duo canadense, dança pela música como uma espécie de sample, construindo um delicioso contraste no decorrer da canção. Lançada agora como clipe, a canção traz de volta as boas experiências do álbum, um dos 10 melhores discos de 2013.

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Danny Brown – 25 Bucks (ft. Purity Ring)

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Danny Brown: “Side B (Dope Song)”

Danny Brown

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Danny brown

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Danny Brown conseguiu – mais uma vez. Depois de transformar XXX em uma das obras mais intensas/insanas de 2011, o rapper norte-americano faz de Old, terceiro registro em estúdio, seu melhor exemplar até aqui. Torto, acelerado e carregado de faixas centradas no universo instável do artista, o álbum acumula tudo o que Brown conquistou há dois anos, expandindo ainda mais esse mesmo resultado. Exemplar assertivo de tudo o que marca o novo disco está em Side B (Dope Song). Ponto de divisão e entrada para o eixo final, a canção produzida pelo britânico Rustie é também a escolhida para se transformar no mais novo clipe do rapper. Filmado em Detroit, cidade de Danny, o trabalho lentamente se perde em cores e efeitos de luz, como uma representação da lisergia que ocupa o eixo final da obra do rapper.

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Danny Brown – Side B (Dope Song)

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Disco: “Old”, Danny Brown

Danny Brown
Hip-Hop/Rap/Alternative
http://xdannyxbrownx.com/

Por: Cleber Facchi

Danny Brown

Enquanto o cenário norte-americano é abastecido por cenas, estéticas e coletivos que desaparecem tão rápido quanto surgem, Danny Brown se apresenta como dono de um território isolado. Insano, bem humorado e um dos poucos artistas capazes de não tropeçar na rima – mesmo quando recebe sexo oral de uma fã em uma apresentação ao vivo -, o rapper chega ao terceiro registro solo alcançando não apenas seu melhor exemplar até aqui, mas uma das obras mais complexas do panorama recente. Longe do retorno conceitual aos anos 1990 e sem buscar pela mesma atmosfera de referências que esbarram em obras como My Beautiful Dark Twisted Fantasy (2010) e Good Kid M.A.A.D City (2012), Brown, mais uma vez, materializa um universo próprio, um lugar onde drogas, sexo e o discurso cru do artista ditam todas as regras.

Enquanto XXX, álbum de 2011, orientava o artista em uma sequência alucinada de rimas e tramas lisérgicas, com Old (2013, Fool’s Gold) esse mesmo “padrão” flui potencializado, sem que Brown necessariamente perca o controle dos versos. “Fecho meus olhos, sinto que estou indo para baixo/ Em um elevador a 90 quilômetros por hora/ E tudo que eu vejo são as estrelas vindo para mim como uma espécie de chuva de meteoros”, exageradamente chapadas ou não, mas as rimas expostas em Kush Coma parecem caracterizar com acerto tudo o que orienta o presente disco. De bases e batidas velozes, princípio para os vocais do rapper, o registro beira a overdose, como se tudo fosse um embaralhado jogo de sensações, temas e pequenas referências tratadas em uma linguagem totalmente esquizofrênica, própria do artista.

Entretanto, longe de uma parada cardíaca, Brown faz valer o título da obra – “velho” -, reforçando a maturidade durante a execução de cada nova faixa. Mais uma vez passeando pelas periferias e o cotidiano de Detroit, Michigan, o artista mantém um registro que flutua entre o presente e o próprio passado, resgatando diversos conceitos de quando era traficante de drogas e vivia mergulhado nas sombras da cidade. A estrutura, longe de esbarrar no egocentrismo tão típico do Hip-Hop, faz com que o rapper apareça de forma reflexiva em grande parte da obra, algo que Lonely (“Eu não preciso de sua ajuda mano/ Porque não ninguém realmente me conhece”) e Torture (“E é tortura/ Olhar em minha mente e ver os horrores/ Toda a merda que eu já vi”) manifestam em um efeito nítido de melancolia.

A obra de Brown, longe de se espatifar no elevador metafórico que cai em Kush Coma, é um trabalho que permite ao artista o próprio crescimento. Parte natural desse sintoma de grandeza do álbum está no número maior de colaboradores. Ainda que o principal composto da obra seja fruto da individualidade do rapper, em uma sequência natural ao mesmo efeito exposto em XXX, a presença de SchoolBoy Q, Ab-Soul e A$ap Rocky tira o álbum de um possível estágio de redundância. Mais do que se manter atento dentro do próprio cenário, Brown acerta ao transitar por diferente territórios, encontrando na presença de velhos colaboradores, como Charli XCX em Float On e a dupla Purity Rings na ótima 25 Bucks, um complemento natural para a obra. Continue reading

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Danny Brown: “ODB”

Danny brown

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Tem sido difícil baixar a expectativa em relação ao segundo e ainda inédito álbum de Danny Brown, o aguardado Old. A cada novo lançamento do rapper, a evolução em proximidade ao “debutXXX (2011) é clara e ampla. Agora, depois de um longo período de espera, Brown finalmente anuncia para o dia 30 de Setembro a chegada do registro, álbum que conta com lançamento pelo selo Fool’s Gold, mesmo do trabalho anterior. Com a presença de Rustie, A-Track e mais uma sequência de colaboradores na produção, e ASAP Rocky, Schoolboy Q, Purity Ring e outros mais como convidados, Old parece encontrar um caminho seguro para se transformar em (mais) uma das grandes obras de 2013. Entregando pistas concretas do que deve abastecer o disco, o rapper apresenta a inédita ODB, faixa que traz na base melódica e no flow acessível um abraço no grande público, sem necessariamente perder a boa forma do trabalho anterior.

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Danny Brown – ODB

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Danny Brown: “Hand Stand”

Danny Brown

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Se nada nem ninguém mudar de opinião repentinamente, Old, aguardado novo disco de Danny Brown será lançada em outubro. Há tempos finalizado, o sucessor de XXX (2011) vem se arrastando para ser entregue ao público, promessa que o rapper deve cumprir antes que o ano acabe. Enquanto o disco não chega, o jeito é correr atrás de qualquer outra composição assinada pelo artista e que caia na rede. É o caso de Hand Stand, faixa que estará no inédito lançamento e reforça a mesma energia exposta pelo norte-americano há dois anos. Mesmo com qualidade baixa – parece um radio rip -, a faixa já reforça a intensidade que circunda as recentes composições do rapper, mantendo no jogo bem elaborado das batidas e vozes uma base para o que deve orientar todo o novo disco. Agora só falta uma data de lançamento oficial.

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Danny Brown – Hand Stand

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Danny Brown: “Kush Coma” (ft. A$ap Rocky)

Danny Brown

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Originalmente lançada em Março como uma versão demo que já agradava, e muito, Kush Coma, do rapper Danny Brown finalmente encontra as rimas do prometido colaborador A$ap Rocky. Anunciado assim que a primeira versão da música caiu na rede, a faixa foi recentemente apresentada na BBC Radio 1, sendo acrescida de forma natural das rimas cinzas do nova-iorquino. Produzida por DJ Skywalker, a canção é parte do próximo registro em estúdio de Brown, Old, trabalho que deve aparecer até o final de 2013 e suceder o excelente XXX, disco de 2011 que de fato apresentou o trabalho do rapper. Por se tratar de uma versão ripada, a qualidade do áudio não é das melhores, o que faz da versão abaixo um simples aperitivo.

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Danny Brown – Kush Coma (ft. A$ap Rocky)

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Tree: “No Faces” (ft. Danny Brown)

Danny Brown

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Danny Brown talvez seja o rapper mais inquieto e produtivo da cena norte-americana recente. Desde o lançamento de XXX (2011) há dois anos, uma seleção instável de colaborações ou faixas particulares surgem quase que semanalmente pela rede. E para esta semana, claro que temos novidade. Dessa vez Brown foi convidado para esparramar suas rimas e vocais característicos no mais novo lançamento do conterrâneo Tree, No Faces. Com uma sonoridade que até se aproxima dos próprios trabalhos de Danny, a canção faz parte do novo lançamento de Tree, Sunday School II: When Church Lets Out, previsto para 15 de Maio.

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Tree – No Faces (ft. Danny Brown)

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Danny Brown: “Kush Coma”

Danny Brown

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Autonomeado o “Melhor Rapper do Mundo”, Danny Brown continua na empreitada em busca da consolidação dos próprios versos. Depois de divulgar a ótima (e crítica) #HOTESTMC há algumas semanas, o norte-americano está de volta com a bem sucedida Kush Coma. Muito próxima de tudo o que o artista construiu no primeiro grande registro da carreira, XXX (2011), a faixa incorpora versos rápidos enquanto uma batida acelerada se desmancha ao fundo, um preparativo para que sintetizadores e vocais melódicos produzidos por DJ Skywlkr possam ser inseridos. Espécie de “demo”, a versão original da faixa deve contar com participação de A$ap Rocky, o que deve garantir a música no próximo trabalho do rapper, previsto para os próximos meses.

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Danny Brown – Kush Coma

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DJ Muggs: “Headfirst” (Ft. Danny Brown)

Danny Brown

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Ao que tudo indica o sucessor do bem recebido XXX de Danny Brown deve aparecer em 2013. Entretanto, enquanto o disco não surge, o rapper chapadão continua com uma sucessão interminável de parcerias e novos lançamentos. É o caso da recente e bem estabelecida colaboração com DJ Muggs na ótima Headfirst. Mesmo sem expandir os versos do rapper, a canção se sustenta em cima de batidas crescentes e constantes transformações que percorrem tanto o Dubstep anfetaminado de Skrillex como as climatizações testadas na obra de Flying Lotus. A canção faz parte do próximo disco de Muggs, Bass For Your Face, que sai no dia 15 de janeiro.

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DJ Muggs – Headfirst (Ft. Danny Brown)

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Danny Brown: “Witlt”

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Danny Brown aproveitou os últimos meses para se firmar como um dos nomes da maior relevância do novo rap estadunidense. Colaborador em uma diversidade de projetos, clipes e singles de outros artistas, o rapper expandiu o que havia desenvolvido dentro do álbum XXX, disco de “estreia” apresentado no ano passado. Ainda dentro da mesma proposta o artista entrega agora mais um novo clipe: Witlt. Dirigido por Bijoux Altamirano, o vídeo concentra uma seleção de imagens inspiradas em gifs, como atesta a descrição do clipe e a qualidade duvidosa das imagens. Assista:

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[youtube http://www.youtube.com/watch?v=zbrJCKzPZg0]

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